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Capítulo 12



Nicolay está apenas de calças, sem camisa exibindo seu peitoral nu e descalço. Ele tem os braços tatuados só não consigo ver o que é. Que diabos ele faz em "meu" quarto? Situações embaraçosas não param de acontecer quando se trata de Nicolay e eu.

— Você não tem mais o que fazer majestade? O que veio fazer em meu quarto? — Perguntei ironicamente.

— Eu precisava falar com você. — Respondeu completamente diferente do rei desagradável que ele realmente é.

— E não poderia esperar eu sair? — Digo apontando para a banheira.

— Você está á horas aqui dentro e depois você começou a gritar suas criadas. Notei que está sem seu roupão então... — Disse com tom de malícia em sua voz e trocando o olhar para mim e para o roupão.

Nicolay tem como objetivo me atiçar, me provocar, mas para quê? Não sei. Mas ele quer e começo a achar que está funcionando e sinceramente não consigo tirar os olhos dele. "Ele é tão bonito, muito bonito, ridiculamente bonito." Minha consciência não para de gritar, temo que ele possa escutar meus pensamentos. Tento desviar os olhos de seu peito forte e musculoso mas é um trabalho inútil nem percebo que minha grande preocupação deveria ser o fato de que estou nua a meros metros dele apenas com uma banheira separando o meu corpo do dele.

— Você sempre anda por aí assim? — Pergunto apontando para o seu visual.

— Bom. — Começou sorrindo. — Apesar de poder andar como quiser, aonde quiser. Não, não ando assim pelos corredores do palácio. — Apontou para si.

— Então como chegou aqui? — Perguntei intrigada.

— Pela sua biblioteca ela tem uma porta que liga a biblioteca de meu quarto com o seu. Digamos que seja um atalho. — Respondeu.

— Claro um ótimo jeito de me vigiar. — Digo revirando os olhos. — Depois que eu terminar de me vestir falo com você. Pode deixar o roupão aqui. — Falei apontando para o pino na parede perto da banheira.

Nicolay balançou a cabeça negativamente e sorriu.

— Venha pegar. Não vou até aí. Não sou seu criado. — Olhou para mim e sorriu mais ainda.

— Não seja ridículo. — Rebati já tremendo de frio por conta da água já estar fria.

— O que foi está com medo de mim? — Olhou bem no fundo dos meus olhos e piscou.

Ótimo Nicolay Madark você quer brincar? Vamos brincar. Ele acha que tenho medo dele. Posso até ter. Um pouco. Mas não vou me intimidar caso contrário ele continuará me controlando, tenho que esconder meus sentimentos eles são minha maior fraqueza. Não sei o que Madark está planejando mas enquanto estiver em Sansalom terei que ser forte ou pelo menos fingir e querendo ou não entrarei no jogo dele e mostrarei que também sei jogar.

— Ok. — Foi minha única resposta.

Sem pensar duas vezes me levantei, saí da banheira e andei em direção a Nicolay. Não consegui ler sua expressão, é de um orgulho misturado com surpresa. Ele tem um sorriso no rosto, os olhos me seguem atentamente como seu eu fosse um camundongo e ele um predador. Gostaria que meus cabelos estivessem soltos amenizaria minha vergonha mas não dá para voltar atrás o jogo já havia começado. Cheguei em sua frente e me virei de costas para que ele pudesse colocar o roupão em mim. Assim que ele colocou dei graças aos céus por estar coberta. Oficialmente Sansalom havia mexido com minha cabeça. Logo em seguida amarrei o roupão o mais depressa possível. Nicolay continuou atrás de mim seu nariz roçava minha nuca e suas mãos foram parar em minha cintura.

— Adoro esse cheiro. — Congelei no lugar. — Você é incrivelmente linda Meredith. — Elogiou ainda ao pé de meu ouvido.

Nicolay soltou meu cabelo que estava preso e o jogou para o lado expondo meu ombro depois depositou um beijo em meu pescoço. Não tive reação fiquei paralisada no lugar assustada com as sensações que Nicolay causava em mim. Minhas pernas começaram a tremer e meu coração a bater mais forte como se pudesse sair da caixa torácica. O que é isso? Tenho que me concentrar ele quer me desestabilizar, quer me tirar do sério mas sou mais forte que isso. Bruscamente sem que eu esperasse ele me vira para que eu fique de frente para ele.

— Acha que sou tão ingénua assim Madark? — soltei as palavras ríspida olhando em seus olhos.

A distância entre nós é tão pequena que eu posso sentir sua respiração quente sobre mim.

— Acho que você não prestou muita atenção Meredith. — Disse ele se aproximando mais.

— Claro que prestei. Você é o tipo de homem que cria o caos para poder estar no olho da tempestade, porque nesta tempestade tudo vira do avesso menos você.

— Muito perceptiva e profunda. Um tanto teatral demais. — Ele riu.

— Não sou idiota Nicolay não pense que pode brincar comigo. Agora diga o que veio fazer aqui? — Perguntei quebrando o espaço entre nós.

Ele encostou no batente da porta da sala de banhos cruzou os braços e respondeu:

— Amanhã cedo iremos viajar.

Saiu e foi em direção ao meu quarto, pronto para ir embora.

— Como assim "iremos viajar amanhã?" — Andei atrás dele.

— Lembra dos planos que eu disse que tinha para você? — Me fez lembrar dos tais "planos."

Enquanto fala Nicolay dá voltas pelo quarto mexendo em tudo a sua volta. Quanto a sua pergunta não respondi.

— Ok, óbvio que você sabe então, vamos começar a colocar em prática.

— E o que é? Para onde vamos? — Fiquei curiosa.

— Vamos para sua casa. — Disse ele divertido.

— Vamos para BrownWood? — O que faríamos em BrownWood? Será que finalmente ele iria me matar para atingir Leon? Como se estivesse lendo meus pensamentos disparou.

— Não vou te matar! Não por enquanto. E não, não vamos para BrownWood...

— Então o que...

— Nós vamos para sua verdadeira casa. — Me interrompeu.

"O quê? Minha verdadeira casa?" Quanto mais Nicolay falava menos eu entendia e ele não iria me explicar.

— Não faça muitas perguntas meu bem logo, logo você irá entender. — Ele pegou meu braço e beijou meu pulso. — Pena que você perde tempo amando outra pessoa inquestionavelmente eu te daria muito mais do que Leon pode de fato te dar.

Queria responder mas minha voz estava embargada demais para sair, ela ficou presa em minha garganta apertando meu peito. Nicolay me pegou pela cintura. É engraçado Leon tinha suas manias comigo e agora Nicolay tem quase as mesmas, como se dominasse a arte de me persuadir. Depois de um tempo sentindo sua respiração meio ofegante ele beijou minha testa e saiu fechando a porta. Sentei em minha cama tentando entender essa minha ligação com Nicolay. Não tirava da cabeça as suas mãos em minha cintura, sua respiração quente, seus olhos sobre mim me fazendo sentir a pessoa mais linda do mundo, seus beijos em meu pescoço. "Não Meredith não se esqueça de quem Nicolay é não caia nessa armadilha barata e antiga. É tudo um truque."

"Pena que você perde tempo amando outra pessoa inquestionavelmente eu te daria muito mais do que Leon pode de fato te dar."

Por que Nicolay faz isso comigo? O que quis dizer com "te dar muito mais que do Leon pode de fato te dar?" Não me importa nada que Nicolay diga ou faça não deve ser levado em consideração.

                                                                                                    ...

— Meri! Meri! — Uma voz conhecida diz meu nome repetidas vezes.

"Deixe-me em paz."

É o que quero dizer à voz que me atormenta.

— Meri! Meri! Meri! Acorde.

— Não. — Respondi bocejando virando para o outro lado da cama cobrindo a cabeça com o lençol.

— Meri por favor eu preciso que você acorde. Vamos Meri sou eu Leon vim te buscar. — Me balançou para acordar.

Leon? Dei um pulo imediatamente e me sentei depressa. Ele está curvado em cima de mim tentando me acordar, quase batemos a cabeça do quão rápido me levantei.

— Oh pelos deuses! É você? É você? — Disse chorando de felicidade e o apertando para ter certeza de que é real.

O abracei e me joguei em cima dele.

— Calma Meri. — Leon disse sorrindo.

"Ah! esse sorriso que me mata"

— Senti sua falta, achei que não viria atrás de mim. — Alisei seu cabelo.

— Eu sempre irei atrás de você. — Sorriu para mim.

Retribui o sorriso e não aguentando mais . O beijo intensamente e desesperadamente. O melhor beijo de todos, estava morrendo de saudade e finalmente eu sairia daqui junto de Leon. Leon se virou para ficar em cima de mim e me beijou mais uma vez. Quando abri os olhos não era Leon que estava ali e sim Nicolay. O empurrei instantaneamente me afastando.

— O quê? O quê? — Perguntei para mim mesma perplexa.

Nicolay se sentou e sorriu.

Estou ficando maluca. Sim essa é a única explicação. Eu tenho que sair daqui.

— Você não vai a lugar nenhum Meredith! — Disse Nicolay ainda em minha cama gargalhando como um louco.

Corri em direção a porta do quarto para tentar fugir. No momento em que a abri surpreendentemente estava em BrownWood. Os corredores estão diferentes as paredes tem manchas vermelhas em quase todo lugar. Sangue.

— Meredith!

— Leon! — Gritei seguindo a voz dele.

Sua voz estridente me levou até a sala do trono, as portas estão abertas, entrei e quis arrancar os meus olhos e jogá-los fora. Nicolay está no trono e Leon estirado no chão em cima de uma poça de sangue. Tive que conter o grito em meu peito tampando com as mãos em meus lábios. Me ajoelhei não sentindo mais as minhas pernas, as lágrimas queimam em meu rosto. Levantei meu olhar e Nicolay já está diante de mim. Ele se ajoelha para ficar ao meu campo de visão. Passa os dedos lentamente por entre meus cabelos, segura meu braço e deposita um beijo em meu pulso.

— Eu já disse Meredith. Você não irá a lugar nenhum.

Acordei suada com a respiração ofegante, meu peito sobe e desce em um movimento frenético não paro de tremer. A visão de Nicolay com a coroa de Leon enquanto ele estava no chão morto não sai da minha mente. Eu preciso voltar para BrownWood e tenho que fazer isso o mais rápido possível.

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