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Capitulo 28

Depois de vários e vários dias pensando em minha decisão, eu decidi que não quero esse filho MESMO América me pediu umas duas semanas para ver se eu mudava de ideia. Eu dei a ela e a mim mesma quase um mês e agora estou mais que nunca decidida a acabar logo com isso. Eu tinha marcado a consulta. Ou devo chamar de assassinato? Então... Eu marquei pra hoje e estava muito nervosa, América ia comigo ela não gostou nada da minha decisão mas falou que ia me apoiar em qualquer coisa então é isso que está fazendo. Boto um vestido larguinho verde e uma sapatilha branca, deixo meu cabelo solto e vou tomar café.

- Onde você vai a essa hora? - Meu pai pergunta assim que sento na mesa.

- Vou ao shop com a América. - Minto e como um waffle, Joe está dormindo e minha mãe fica me fitando por um tempão.

- Você está estranha, diferente. - Ela diz ainda me olhando intensamente me olhando como se conseguisse enxergar a minha alma.

- Diferente? Impressão sua mãe. - Falo rapidamente e abro um sorriso nervoso.

- Eu sei que você está aprontando Sofia te conheço melhor que você mesma.

- Felícia pare de tentar vê coisa onde não tem. - Meu pai diz e da um gole em seu café, obrigada bom e velho Bruce, sempre limpando a barra.

- Posso está enganada mas na maioria das vezes estou certa e vocês sabem disso. - Ela diz e essa é minha deixa pra sair da mesa, dou um beijo e abraço nos dois e saio de casa. Fico uns dez minutos esperando na calçada até América chegar.

- Porra finalmente.

- Eu preciso tomar café antes, podemos passar no shop? - Aceno com a cabeça América sempre deixando as coisas pra última hora, mas dá tempo então não posso lhe negar um café da manhã né.

Ela estaciona o carro no estacionamento do shopping e vamos andando até o McDonalds, ela pede o McCafé e eu um milk Shake, sentamos na mesa e minha perna começa a mexer rapidamente. Estou nervosa, posso até dizer que estou com... Medo, sim eu estou morrendo de medo, já vi vários casos de mulheres que morreram durante o aborto.

- Minha mãe está desconfiando de algo, ainda bem que isso acaba hoje. - América me olha por um momento.

- Tia Felícia saca tudo em.

- Se minha mãe soubesse iria ser o maior rebuliço, ela ficaria puta da vida.

- Pois é, mas iria ter que aceitar. Se você quisesse ter claro. - Concordo e respiro fundo.

Depois que América termina o café eu bato na mesa e levanto.

- Vamos logo vai. - Saímos do shopping e vamos em direção a clínica.

Quando entro me sinto carregada e com uma grande vontade de vomitar. Tudo naquele lugar é branco e as mulheres que estão sentadas naquelas cadeiras me olham compreensivas. Tem uma mulher com o marido, esses querem mesmo tirar a criança e umas outras duas estão com a barriga grande, sento bem longe de todas e olho pro meus dedos das mãos.
Minha garganta tem um imenso nó e meus olhos ardem pelas lágrimas, respiro fundo e me recomponho rapidamente.

Depois de um tempo sou chamada pra uma outra sala, assim que entro olho tudo igual fiz na outra. Vários bebês foram mortos ali, eles não mereciam a nossa brutalidade só estavam ali porque fomos irresponsáveis.

Ah meu Deus eu não posso tirar essa criança não quando eu sei que só quero me livrar dele ou dela porque é um pedaço do Bernardo, eu que fui a burra por fazer sem camisinha a criança não tem culpa eu esperei quase um mês não posso fazer isso, eu acho que já estou com quase três meses de gravidez, descobri que estava grávida a poucas semanas atrás, acho que a criança já está formada não? Eu não posso fazer isso, não posso.

Levanto da maca em um pulo e olho pro rosto do homem que está me olhando atentamente acho que ele já esperava pela minha reação.

- Eu não posso fazer isso. - Digo e saio da sala voando, ouço passos atrás de mim.

- Sofia o que...

- Eu não posso  América. - Puxo a chave do carro da mão dela e destravo as portas.

- Sofia onde..

- Pegue um táxi eu preciso fazer uma coisa. - Ligo o carro e saio cantando pneus boto o endereço do meu destino no GPS um endereço que nunca vou esquecer, meus olhos estão borrados pelas lágrimas que derramei.

Um mês e uma semana que não vejo ou tenho notícias sobre o Bernardo, mas agora eu preciso ir atrás dele e contar sobre o nosso filho. Meu filho, estou me sentindo tão bem em não ter tirado essa criança, acho que eu ia me arrepender pro resto da minha vida.

Depois de algumas horas atrás do volante, eu paro em frente à casa do Bernardo e saio do carro, minhas pernas e mãos tremem como nunca respiro fundo e aperto a campainha.
Quem me abre a porta? A mãe dele.

- Oi eu sou..

- Eu sei quem você é. - Ela diz me cortando, eu aperto minhas mãos umas nas outras pra conter o nervosismo.

- Eu queria falar com o Bernardo, ele está?

- Ele foi sair, não quer nada com você. Agora deixe meu filho em paz garota. - A cara de azeda fecha a porta no meu rosto, que velha mais mal educada.

Eu preciso encontrar o Bernardo!

Bernardo narrando.

Eu tinha ido sair com a Miranda ela precisava de um computador novo pros vídeos de jogos que ela grava, então fui com ela até o shopping para poder comprar, e a Meghan foi junto, ela e minha mãe não paravam de forçar a barra tudo que eu fazia minha mãe falava com ela, era só eu falar em sair que minha mãe ligava pra ela e aí a garota ia comigo como o meu carrapato. E assim que voltamos pra casa minha mãe estava com cara de poucos amigos, eu tinha deixado a Meghan em casa.

- O que foi mãe?

- Mesmo longe você consegue deixar sua mãe assim Bernardo. - Meu pai diz sarcástico.

- O que aquela garota veio fazer aqui? - Minha mãe pergunta e eu olho pra Miranda confuso.

- Que garota?

- A sua amante Bernardo. É só você e a Meghan estarem se acertando que aí essa menina brota do nada. - Sofia? Sofia veio aqui, ah meu Deus. Ela veio até aqui não acredito eu preciso vê-la

- Eu e a Meghan não estamos nos acertando nós dois não vai mais rolar. Agora onde a Sofia foi?

- Eu sei lá onde essa garota foi. - Grito um caralho bem alto e chuto a cadeira, pego minhas chaves e ligo pra América ela com certeza sabe o destino da amiga.

- Bernardo?

- Sim, você sabe onde a Sofia está? Ela apareceu lá em casa e...

- Ela foi atrás de você? Te falou alguma coisa?

- Não, eu nem vi ela. Você sabe onde ela pode está? - Dirijo com cuidado pelas ruas próximas a minha casa, eu já passei por isso quando ela descobriu a burrada que eu fiz e cá estamos nós de novo.

- Eu não sei. Mas ela está com o meu carro vou rastrear e te mando a localização ok? - Concordo e desligo o celular.

Uns trinta minutos depois América me manda uma mensagem. Sofia está em um hotel aqui perto, uma bosta de hotel.

Dirijo rapidamente até lá e paro o carro, corro para dentro e falo com a atendente.

- Ela está me esperando, então pode me dá uma cópia da chave? - A mulher me dá uma chave do quarto sem mais perguntas, esse hotel de bosta qualquer um entra em qualquer quarto. Subo as escadas correndo e abro a porta, Sofia está sentada no chão abraçada aos joelhos e em prantos, Sofia chorando? Essa é nova.

- Bernardo? - Ela está tão diferente, fecho a porta do quarto e me aproximo. Ela se levanta e passa a mão pelo vestido.

- O que você faz aqui? - Minha vontade é de agarrar ela e beijar todo seu corpo, já faz tanto tempo.

- Eu... Então... - ela olha pras mãos e depois volta os olhos pra mim. - Estou grávida e antes que pergunte o filho é seu. - Ela diz tudo muito rápido e eu? Bom fico estático no lugar, grávida? Não acredito nisso.

- Diz alguma coisa vai por favor.

- Eu não sei o que dizer, porra...

- Eu ia tirar a criança mas não consegui.

- Você ia tirar sem me falar nada? - Se ela tirasse um filho meu sem me avisar porra eu nem sei o que faria, eu posso ter agido como um babaca mas eu tenho o direito de saber que vou ser pai.

- Sim, só quem sabia era a América. Eu não sei o que fazer, minha vida simplesmente acabou Bernardo um bebê desanda tudo. - Passo a mão pelo meu cabelo e dou uma risada.

- E só por isso você ia tirar uma criança? Acho bom ter tirado essa ideia da cabeça Sofia.

- Eu já tirei, agora pare de gritar comigo. - Ela diz chorosa, e eu a puxo pelo braço aperto seu corpo contra o meu. É tão bom ter ela nos meus braços, passo a mão pelo seu cabelo.

- Eu... Não sei como me sinto. - Essa era a verdade eu estava muito confuso, um bebê é muita responsabilidade e eu não tenho um emprego fixo estou juntando uma grana para abrir meu estúdio de tatuagem larguei a porcaria da faculdade e ainda moro com meus pais, não sei o que pensar.

- Como vamos fazer isso? Eu te odeio e você mora muito longe de mim, eu dirigi horas e quando cheguei aqui ainda tive que ouvir desaforos da sua mãe, ela não gosta de mim.

- Você ainda me odeia? - Ela acena com a cabeça e eu engulo a vontade de rir, que garota rancorosa.

- Vai ser difícil Sofia mas vamos conseguir ok? Com quantos meses você está? - Pergunto e me sento na cama junto dela, ela cruza as pernas e da de ombros.

- Eu não sei ao certo, ainda não fui ao médico. Eu queria tirar lembra?

- Claro, mas agora você tem que ir. Quer que eu marque uma consulta? - Ela nega com a cabeça e respira fundo.

- Bernardo isso não muda nada entre nós dois você sabe disso né?

- Sim, eu só quero está por dentro do que acontecer com o meu filho. Se você ainda não consegue me perdoar eu aceito isso. - Que mentira mais deslavada, eu não aceito porra nenhuma estou louco pra ela me perdoar logo, odeio o pensamento de nunca mais ter ela.

- Você já falou com seus pais?

- Não, só quem sabe é a América além de nós dois óbvio. - Dou um beijo em sua testa e levanto.

- Onde você vai?

- Vou pra casa. - Ela me olha um pouquinho triste mas logo mascará essa expressão.

- Você vem comigo óbvio, eu não deixaria você aqui nessa espelunca.

- Eu não, sua mãe vai me matar ela parece me odiar. - Balanço a cabeça e puxo ela pelo braço.

- Foda-se a minha mãe, eu não vou deixar você aqui e ponto final. - Saio puxando ela e deixo as chaves do quarto em cima do balcão, pago pela porcaria do quarto e saímos daquele lugar.

- Vamos no carro da América amanhã volto aqui pra pegar o meu. - Não queria deixar ela dirigindo e nem queria ir sozinho no carro podendo ter sua companhia. Pego a chave do carro e dou partida, durante o trajeto pego sua mão e levo aos meus lábios.

- Vai da tudo certo Sofia, vai da tudo certo. - Repito essa frase, preciso convencer a ela e a mim mesmo de que vai da tudo certo.

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