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Capítulo 12


- Você gosta de mim Sofia? - Scott pergunta, ele me arrastou da sala e me trouxe para um quarto vazio onde estava tendo a festa.

- É claro que gosto, mesmo você sendo um idiota. - Respondo, nós ainda estamos brigados.

- Não digo como amigo. - Para tudo, eu acho que estou muito chapada não acredito que ele me fez essa pergunta.

- É claro que não, onde você está com a cabeça? - Ele chega bem pertinho de mim e me encara, seu rosto está vermelho.

- Então por que você fica enchendo o saco da Samantha? Não entende que quero ela de volta caralho e as suas mentiras não vão fazer com que ela não queira voltar para mim. Eu não vou ficar com você Sofia. - Subo em cima da cama para poder ficar mais alta que ele e enfio meu dedo em seu rosto.

- Se enxerga Scott eu nunca iria querer ficar com você. E eu não falo com aquela rata de esgoto a muito tempo, agora eu estou pouco me lixando pra vocês dois. - Grito perto de seu rosto, mas que garoto idiota. Até parece que euzinha iria inventar mentira, nem se ele fosse o cara mais gostoso do mundo odeio mentiras.

- Agora se me der licença tenho coisas melhores a fazer. - Pulo da cama e dou uma cambaleada fazendo com que Scott me segure.

- Tira suas patas de mim. - Digo bruscamente e saio do quarto, eu sei que essa vaca vai magoar ele de novo e dessa vez eu não vou estar lá para curar sua dor de corno.

Já cansada daquilo decido procurar a América preciso ir embora. Ela está sentada no canto com cara de bunda e olhando (como sempre) pro meu irmão que está se engraçando com uma esquisita qualquer.

- Vamos embora. - Digo e puxo ela pelo braço.

- Achei que você nunca ia aparecer. - América diz e levanta, eu enlaço nossos braços e saímos.

- Sofia? - Olho pra trás e vejo meu vizinho gostosão e um moreno lindo ao seu lado.

- Oi vizinho. - Digo pois não sei o nome dele.

- Esse é meu amigo Drake, e eu sou Zac. - Ele falou e abriu um sorriso encantador. - Então estávamos indo pra casa dele, não querem vir com a gente? - América me vira de costas pra eles e se aproxima de mim.

- Vamos? Cansei de ficar com cara de idiota olhando pro Joe e preciso me divertir um pouquinho. - Aceno com a cabeça e nos viramos pra eles.

- Vamos. - Drake da um sorriso e passa o braço pelo pescoço de América. Assim que a gente chega no carro ouço Joe e Bernardo me gritarem.

- Sofia, pare já aí. - Bernardo grita.

- America, sai desse carro. - Sem pensar duas vezes eu entro no carro e bato nas costas​ de Zac, boto minha mão pra fora do vidro e mostro o dedo pros dois que estão com cara de idiota.

- Quem eram aqueles? - Drake pergunta.

- Meu irmão e seu amigo idiota. - Na metade do caminho ouço barulho de lábios se pegando e quando olho pra trás a América está montada no colo do Drake, abro a boca e dou uma risada.

Alguns minutos depois a gente chega em uma casa pequena com a pintura verde, e o cercado branco.

- Vamos entrando. - Drake subiu a escadinha e abriu a porta, entrei e olhei ao redor. A casa é de tamanho médio, e bem limpinha.

Drake pegou na mão de América e a levou para um corredor, acho que foram pro quarto.

- Sempre quis fazer isso, desde que lhe vi com um biquininho fio dental pegando sol. - Zac diz e me puxa pra ele, agarro seu cabelo que vai até a nuca e me pressiono em seu corpo. Ele está da minha altura, então tiro os saltos, gosto de homens mais altos que eu.

Ele deita no sofá e eu monto em seu colo sem quebrar o beijo, me livro de sua blusa e passo minha mão pelo seu corpo magro.

- Muito delícia. - Zac diz e aperta minha bunda sobre a saia e depois levanta a mesma. Meu corpo se arrepia quando sinto sua mão gelada sobre minha bunda, me esfrego em sua ereção e ele da um gemido enquanto beija meu pescoço.
Ele abre a calça e puxa seu pau pra fora.

- A camisinha, lindinho. - Ele enfia a mão no bolso e bota a camisinha, desço sobre seu pau e solto um gemido.

- Puta merda.

Depois de matar a vontade de ficar com o vizinho gostoso, nós dois caímos saciados no sofá.

- Você é divina, acho que me apaixonei. - Ele murmura e eu dou uma risada.

Ficamos conversando por um tempinho até ele pegar no sono. Já são quatro e meia da manhã, levanto bem devagar para não acordar Zac. Visto minha roupa rapidamente, e vou até o quarto onde a América está, Drake está totalmente nu e América também. Balanço ela fortemente a fazendo abrir os olhos e limpar a baba que saía de sua boca.

- Vamos embora, vai da cinco da manhã. - Sussurro pra não acorda ele, ela levanta se arruma rapidinho e pega o salto na mão. Pulo de um pé para o outro até conseguir por meu salto, eu não acho que vou embora descalça igual a ela.

- Vamos logo Sofia. - Saímos rapidamente e vamos andando até o final do quarteirão. Demora uns vinte minutos até algum táxi passar.

- Não posso ir pra casa, vamos ter que ir pra sua. - América diz, encosto minha cabeça no negócio do banco e fecho os olhos.

- Ok.

Quando nós finalmente chegamos em casa já eram cinco e dez. América consegue entrar no banheiro primeiro que eu. Reviro os olhos e entro no meu quarto, e levo o maior susto quando vejo Bernardo parado de frente pra janela.

- Onde diabos você estava? - Ele diz e me prende contra a porta.

- Não te interessa. - Tento sair do meio de seus braços mas é em vão.

- Cheiro de sexo, deu pro idiota que estava no carro? - Cerro os olhos e dou uma bufada fazendo uma mecha do meu cabelo voar.

- Sim! Foi maravilhoso. - Digo o provocando. Vejo sua mandíbula se contrair, ele me prende mais contra a porta com seu corpo.

- Não vou permitir que você foda com um idiota qualquer.

- O único idiota então que posso foder é com você? - Falo o fazendo cerra os dentes. Adoro aborrecer esses caras que se acham o máximo.

- Eu falo sério Sofia. Já falei que quero você pra mim, por que você não aceita? - Esse papo de novo, a qual é. Eu preciso conversar com a América antes, preciso saber da opinião dela.

- Vou pensar no seu caso, lindinho. - digo e fujo dele, tiro meu salto e me jogo na cama. - Pode ir embora.

- Quero uma resposta pra amanhã, se você for minha não vou permitir que nenhum babaca olhe pra você. Sofia, você vai ser só minha. - Ele diz e sai do quarto, preciso tomar um banho.

Corro pro banheiro e entro, a América ainda está no banho. Boto um pijama pra ela e a minha camisola em cima da privada.

- O Bernardo quer ficar comigo. O que você acha? - Ela passa a mão no vidro embasado do box pra poder me olhar.

- Acho que você tem que agarrar essa oportunidade. Eu não perderia por nada. - Abro um sorriso, e me encosto na parede de frente pro espelho.

- Não acha que eu tenho que lhe tentar mais um pouco?

- Vai em frente Tigrona. - Caio na risada.

- Você deveria agarrar meu irmão América, ele está tão lento. - Ela pega a toalha e se enrola, eu tiro minha roupa e entro no box.

- Você acha? Mas o Bernardo está...

- Deixa que eu cuido disso. - Hoje a América vai matar a vontade, sim ou sim! Decido vestir o pijama e deixo ela por minha camisola de seda bem curtinha. Quando volto pro quarto, jogo todos os travesseiros no chão mesmo tendo um baú no pé da cama pra mim por eles ali direitinho. Mas a preguiça fala mais alto, amanhã vou ter que arrumar tudo em seu devido lugar.

- Agora vai América. - Grito fazendo ela levar um susto.

- Vou pra onde?

-Sai do meu quarto AGORAA.- Grito fazendo ela arregalar os olhos.

- O que você está fazendo Sofia? Vai acordar todos.

- Meus pais não estão. Anda caralho.

- Sofia o que tá acontecendo? - Joe entra com uma cara de sono sendo seguido pelo Bernardo.

- Eu quero essa vaca fora do meu quarto. - Estou de pé na cama com as mãos na cintura, América me olha e depois desse tempo todo ela finalmente entende o que estou fazendo, essa menina as vezes é muito lesada.

- Eu que não quero dormir ao seu lado, você é a garota mais mimada e problemática que conheço. - Mimada? Odeio que me chamem disso, faço cara feia e ela da de ombros quando nenhum dos dois estão olhando. Pulo da cama e corro em sua direção pra da mais drama para a discussão falsa. Mas Bernardo me agarra com um só braço e consegue tirar meus pés do chão.

- Sofia para com isso, pra não ter mais briga. A América pode ficar no meu quarto.

- Ok, agora sai os dois. - Empurro eles e fecho a porta, depois caio na risada chego a me curva de tanto rir.

- Joe é tão inocente. - Bernardo diz e deita na cama.

- Só estou ajudando, agora é por conta da América. - Digo e me deito ao seu lado, apago o abajur e me cubro. - Sem me encostar Bernardo.

- Pode deixar, eu estou morrendo de sono. - Ele vira pro outro lado. E eu durmo como uma pedra.

Quando acordo estou abraçada a Bernardo seus braços me apertam junto ao seu corpo, uma de minhas pernas está em cima dele, escondo meu rosto em seu pescoço por causa do sol. E pego no sono novamente.

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