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Capitulo 17

Logo de manhã Harry foi ao Ministério e desde então estamos ansiosos por notícias deles, estou no quarto de Sirius conversando com ele a um tempo tentando o convencer de que Dumbledore tem tudo sobe controle e o risco do Black sair para atrás do menino.

-Sirius pela última vez, vai ficar tudo bem com Harry, Arthur está com ele.

-Eu sei Luana eu sei, mas mesmo assim é agoniante ficar aqui sem notícias deles, EU que sou o padrinho dele, a responsabilidade de levá-lo é minha.

-Você sabe que devido as circunstâncias não é possível... Chega! Se continuar andando em círculos assim vou acabar ficando tonta. - Gritei para o homem que parou suspirou e se sentou ao meu lado na cama.

- Pronto já estou me acalmado...

- Finalmente, achei que iria ter um ataque a qualquer momento Sirius.

- Não seria por menos... mas você já me acalmou então já posso relaxar.

- Que bom porquê eu pensei em fazer umas coisas melhores... - Falei me aproximando dele fingindo inocência.

- Ae? E que coisas seriam essas? - Perguntou já sorrindo de lado para mim.

- Não sei... talvez isso... - Dou um selinho rápido nele. - Ou isso... - Lhe dou um beijo rápido no pescoço, ainda envergonhada.

- Pelo visto estou sendo uma má influência... - Disse me levando ao seu colo enquanto fazia carinho em meu rosto.

Apenas rio dele continuando com os beijinhos rápidos em seu rosto. Quando ouvimos passos apressados em direção ao quarto me levanto rapidamente de seu colo e ele faz o mesmo se levantando.

Rony entra no quarto animado gritando.

-HARRY VOLTOU! HARRY VOLTOU!

E saiu correndo novamente para o andar de baixo. Sirius e eu nos olhamos sérios então descemos correndo as escadas até ver na sala Harry e os outros com um sorriso.

- Eu sabia! - berrou Rony, dando socos no ar. - Você sempre consegue se safar!

- Eles tinham de inocentar você - disse Hermione, que parecera que ia desmaiar de ansiedade quando viu Harry, e agora levava a mão trêmula aos olhos - não tinham um caso contra você, nenhum.

- Mas vocês todos parecem bem aliviados, considerando que já sabiam que eu ia me livrar das acusações - disse Harry sorrindo.

A Sra. Weasley enxugou o rosto no avental, e Fred, Jorge e Gina executaram uma espécie de dança de guerra, cantando:

"Ele conseguiu, ele conseguiu, ele conseguiu..."

- Chega! Sosseguem! - gritou o Sr. Weasley, embora sorrisse. - Escute aqui, Sirius, Lúcio Malfoy estava no Ministério.

- Quê? - exclamou Sirius ríspido.

"Ele conseguiu, ele conseguiu, ele conseguiu..."

- Quietos, vocês três! Nós o vimos conversando com Fudge no nível nove, depois foram juntos para a sala de Fudge. Dumbledore precisa saber disso.

- Com certeza. Vamos contar a ele, não se preocupe.

- Bem, é melhor eu ir andando, tem um vaso sanitário vomitando em Bethnal Green à minha espera. Molly, vou chegar tarde, precisarei cobrir a ausência de Tonks, mas o Quim talvez venha jantar...

"Ele conseguiu, ele conseguiu, ele conseguiu..."

- Agora chega... Fred... Jorge... Gina - disse a Sra. Weasley, quando o marido deixou a sala. - Harry, querido, venha se sentar, almoce alguma coisa, você quase não comeu no café da manhã.

Rony e Hermione se sentaram à frente do amigo, parecendo mais felizes do que nos dias que sucederam à chegada dele ao largo Grimmauld. A casa sombria parecia de repente mais calorosa e mais hospitaleira; até Monstro pareceu menos feio quando meteu seu nariz trombudo na cozinha para investigar a razão de todo aquele barulho.

- É claro que uma vez que Dumbledore apareceu em sua defesa, não havia jeito de condenarem você - disse Rony, feliz, agora servindo enormes colheradas de purê de batatas nos pratos de todos.

- É, ele virou a corte a meu favor - disse Harry.

O menino de repente levou depressa a mão à testa.

- Que foi? - perguntei, assustada.

- Cicatriz - murmurou Harry. - Mas não é nada... acontece o tempo todo agora...

Nenhum dos outros reparara em nada; todos agora se serviam e se regozijavam que Harry tivesse escapado por um triz; Fred, Jorge e Gina ainda cantavam, Hermione demonstrava uma certa ansiedade, mas, antes que pudesse dizer alguma coisa, Rony falou alegremente:

- Aposto como Dumbledore vai aparecer hoje à noite para festejar com a gente, sabe?

- Não acho que ele vá poder, Rony - disse a Sra. Weasley, pousando uma enorme travessa de galinha assada à frente de Harry. - Ele está realmente muito ocupado no momento.

"ELE CONSEGUIU, ELE CONSEGUIU, ELE CONSEGUIU..."

- CALEM A BOCA! - berrou a Sra. Weasley.

A cozinha se encheu de risos de Molly correndo atrás dos filhos e os mesmos fugindo da mãe.

Nos dias que se seguiram não pôde deixar de reparar que havia uma pessoa no largo Grimmauld, número doze, que não parecia muito feliz com a minha volta a Hogwarts e a do menino com cicatriz. Sirius encenara uma grande demonstração de felicidade logo que recebeu a notícia, apertou a mão de Harry e deu grandes sorrisos como todos os outros. Mas, não demorou muito, foi ficando mais triste e mais carrancudo do que antes, falando menos com as pessoas, até mesmo com Harry, e passando cada vez mais tempo trancado no quarto da mãe, com Bicuço.

- Pare de se sentir culpado! - disse Hermione com severidade, depois que Harry desabafou seus sentimentos comigo, Rony e Hermione, enquanto faxinavam um armário mofado no terceiro andar, alguns dias mais tarde. - O seu lugar é em Hogwarts, e Sirius sabe disso. Na minha opinião, ele está sendo egoísta.

- Você está sendo um pouco dura, Hermione - disse, franzindo a testa enquanto tentava retirar um pouco do mofo agarrado em meu dedo.

- você não gostaria de ficar presa nesta casa sem ter companhia. - Defendeu Rony.

- Ele vai ter muita companhia! - disse Hermione. - Aqui é a sede da Ordem da Fênix, não é? Ele é que andou alimentando esperanças de que Harry viesse morar aqui.

- Não acho que seja verdade - disse Harry, torcendo o pano de limpeza. - Ele não quis me dar uma resposta direta quando perguntei se podia.

- Ele não queria era aumentar ainda mais as esperanças dele - respondeu Hermione sensatamente. - E é provável que se sentisse um pouco culpado, porque acho que em parte estava realmente desejando que você fosse expulso. Então os dois seriam marginalizados juntos.

-HERMIONE! - disse a repreendendo fazendo os três ficarem surpresos. - Sirius tem motivos suficientes para ficar desanimado, não só por conta do Harry, mas como por não poder sair de sua própria casa, então não me venha falar sobre o problema dos outros quando não é você que passa por isso! - A menina abriu a boca para falar, mas a fechou em seguida.

Neste ponto da conversa, a Sra. Weasley entrou no quarto por trás dos meninos.

- Ainda não acabaram? - perguntou, metendo a cabeça no armário.

- Pensei que a senhora estivesse aqui para mandar a gente fazer uma pausa! - disse Rony com amargura. - Sabe quanto mofo nós limpamos desde que chegamos aqui?

- Vocês estavam tão dispostos a ajudar a Ordem - respondeu a Sra. Weasley -, que tal fazerem a sua parte, deixando a sede decente para podermos viver nela?

- Estou me sentindo um elfo doméstico - resmungou Rony.

- Bem, agora que você conhece a vida horrível que eles levam, quem sabe vai querer participar mais ativamente do FALE! - disse Hermione esperançosa, quando a Sra. Weasley saiu e os deixou continuar. - Sabe, talvez não fosse má ideia mostrar às pessoas o horror que é viver limpando as coisas, poderíamos promover o patrocínio de uma faxina da sala comunal da Grifinória, em que toda a renda revertesse para o FALE; isso ampliaria a consciência e os fundos do movimento.

- Vou patrocinar é o seu silêncio a respeito do FALE - resmungou Rony irritado, mas somente Harry e eu podemos ouvi-lo.

No último dia de férias, Harry estava retirando a titica de Edwiges do topo do armário e eu estava ajudando a arrumar suas malas quando Rony entrou no quarto trazendo uns envelopes.

- Chegaram as listas de material - anunciou, atirando um dos envelopes para Harry, que estava em cima de uma cadeira.

- Já não era sem tempo, pensei que tivessem esquecido, em geral mandam as listas muito mais cedo...

Harry varreu a última titica para dentro de um saco de lixo e atirou-o, por cima da cabeça de Rony, na lixeira a um canto, que o engoliu e soltou um sonoro arroto. Abriu então sua carta.

Continha duas folhas de pergaminho: uma era o aviso habitual de que o trimestre começaria em primeiro de setembro; a outra listava os livros de que iria precisar durante o ano letivo.

- Somente dois livros novos - comentou ele passando os olhos na lista. - O livro padrão de feitiços, 5 a. série, de Miranda Goshawk, e Teoria da defesa em magia, de Wilberto Slinkhard.

Craque.

Fred e Jorge aparataram bem ao seu lado. Já estava tão acostumado com esse hábito dos gêmeos que nem ao menos caiu da cadeira.

- Estávamos justamente imaginando quem teria escolhido o livro de Slinkhard - disse Fred em tom de conversa.

- Porque isto significa que Dumbledore arranjou um novo professor de Defesa Contra as Artes das Trevas - disse Jorge.

- E já não era sem tempo - comentou Fred.

- Como assim? - perguntou Harry, saltando da cadeira para o lado deles.

- Bom, ouvimos, com as Orelhas, mamãe e papai conversando há umas semanas - explicou Fred a Harry -, e, pelo que diziam, Dumbledore estava tendo muita dificuldade de encontrar alguém para o cargo este ano.

- O que não é nenhuma surpresa, quando a gente se lembra do que aconteceu com os últimos quatro - disse Jorge.

- Um foi despedido, um morreu, um teve a memória apagada e um passou nove meses trancado em um malão - disse Harry, contando nos dedos. - É, dá para entender o que você quer dizer.

- Que é que há com você, Rony? - indagou Fred.

Rony não respondeu. Harry virou a cabeça. Seu amigo estava muito quieto, com a boca meio aberta, olhando para a carta de Hogwarts.

- Qual é o problema? - perguntou Fred impaciente, dando a volta para espiar o pergaminho por cima do ombro do irmão.

A boca de Fred escancarou-se também.

- Monitor?! - exclamou, olhando incrédulo para a carta. - Monitor?

Jorge deu um pulo à frente, puxou a carta da mão de Rony e virou-a de cabeça para baixo.

Harry viu uma coisa vermelha e dourada cair na palma da mão de Jorge.

- Nem pensar - disse Jorge em voz baixa.

- Houve um engano - disse Fred, arrebatando a carta da mão de Rony e segurando-a contra a luz, como se procurasse a marca-d'água. - Ninguém com o juízo perfeito nomearia Rony monitor.

- Nossa que incrível Rony estou orgulhosa!

As cabeças dos gêmeos se viraram ao mesmo tempo, e juntos encararam Harry.

- Achamos que só poderia ser você! - disse Fred num tom que sugeria que Harry os havia enganado.

- Achamos que Dumbledore teria de escolher você! - exclamou Jorge indignado.

- Depois de vencer o Tribruxo e tudo o mais - disse Fred.

- Suponho que toda essa história de loucura deve ter contado pontos contra ele - comentou Jorge para Fred.

- É - concordou Fred lentamente. - É, você criou muita confusão, cara. Bem, pelo menos um de vocês entendeu as prioridades deles corretamente.

E, aproximando-se de Harry, deu-lhe uma palmada nas costas, ao mesmo tempo que lançava a Rony um olhar fulminante.

- Monitor... Roniquinho, o Monitor.

- Ah, mamãe vai dar náuseas - gemeu Jorge, atirando o distintivo de volta a Rony como se quisesse evitar contaminação.

Rony, que ainda não dissera uma palavra, apanhou o distintivo, contemplou-o por um momento, então estendeu-o, calado, para Harry, como se pedisse uma confirmação de que era autêntico. Harry o recebeu. Havia um grande "M" sobreposto ao leão de Grifinória. Vira um distintivo exatamente igual no peito de Percy.

A porta se abriu com estrondo. Hermione entrou correndo no quarto, as bochechas vermelhas e os cabelos esvoaçando. Trazia um envelope na mão.

- Você... você recebeu...?

Ela viu o distintivo na mão de Harry e soltou um grito agudo.

- Eu sabia! - exclamou, excitada, brandindo a carta na mão. - Eu também, Harry, eu também!

- Não - apressou-se Harry a dizer, devolvendo o distintivo a Rony. - Foi o Rony e não eu.

- É... o quê?

- Rony é o monitor e não eu - explicou Harry.

- Rony? - admirou-se Hermione, de queixo caído. - Mas... você tem certeza? Quero dizer...

A garota ficou muito vermelha quando Rony se virou para ela com uma expressão de desafio no rosto.

- É o meu nome que está na carta.

- Eu... - começou Hermione totalmente perplexa. - Eu... bem... uau! Parabéns, Rony. É realmente...

- Inesperado - concluiu Jorge, confirmando com a cabeça.

- Não - disse Hermione, ficando mais vermelha que nunca -, não, não é que... Rony fez montes de... ele realmente...

A porta às costas dos garotos se abriu um pouco mais e a Sra. Weasley entrou de marcha a ré no quarto, trazendo uma pilha de vestes recém-lavadas.

- Gina me disse que as listas de material afinal chegaram - disse ela, vendo todos aqueles envelopes ao se dirigir à cama onde começou a separar as vestes em duas pilhas. - Se vocês me entregarem as listas, irei até o Beco Diagonal hoje à tarde e comprarei tudo, enquanto vocês fazem as malas. Rony, terei de comprar mais pijamas para você, estes estão no mínimo quinze centímetros mais curtos do que deveriam. Não consigo acreditar como você está crescendo tão depressa... que cor você gostaria?

- Compre vermelho e dourado para combinar com o distintivo - disse Jorge, rindo.

- Combinar com o quê? - perguntou a Sra. Weasley, distraída, enrolando um par de meias castanho-avermelhadas e depositando-as na pilha de Rony.

- O distintivo dele - repetiu Fred, com ar de quem quer acabar depressa com a pior parte.

- O novo, belo e reluzente distintivo de monitor dele. A preocupação com os pijamas impediu que a Sra. Weasley entendesse imediatamente as palavras de Fred.

- Dele... mas... Rony, você não é...?

Rony mostrou o distintivo. A Sra. Weasley soltou um grito agudo igual ao de Hermione.

- Eu não acredito! Eu não acredito! Ah, Rony, que maravilha! Monitor! Como todos na família!

- Que é que Fred e eu somos, filhos do vizinho? - perguntou Jorge indignado, enquanto a mãe o empurrava para o lado e abria os braços para apertar o filho mais novo.

Ri da fala do gêmeo.

- Espere só até o seu pai saber! Rony, estou tão orgulhosa de você, que notícia maravilhosa, você pode acabar monitor-chefe como Gui e Percy, esse é o primeiro passo. Ah, que coisa para acontecer no meio de toda essa preocupação, estou encantada, ah, Roninho... Fred e Jorge estavam fingindo grandes ânsias de vômito às costas da mãe, mas a Sra. Weasley nem reparou: os braços apertados em torno do pescoço de Rony, ela o beijava por todo o rosto, que se tornara vermelho mais intenso do que o distintivo.

- Mamãe... não... mamãe, se controla... - murmurava ele, tentando afastá-la.

Ela o soltou, e disse ofegante:

- Bom, então o que vai ser? Demos a Percy uma coruja, mas naturalmente você já tem uma.

- Q-que é que você quer dizer? - perguntou o garoto, com cara de quem não ousa acreditar no que está ouvindo.

- Você tem de ganhar uma recompensa por isso! - disse a Sra. Weasley carinhosamente. - Que tal um belo conjunto de vestes a rigor?

- Já compramos isso para ele - disse Fred com amargura, parecendo sinceramente arrependido de sua generosidade.

- Ou um caldeirão novo, o velho caldeirão de Carlinhos está todo enferrujado, ou um rato novo, você sempre gostou do Perebas...

- Mamãe - pediu Rony esperançoso -, posso ganhar uma vassoura nova?

A Sra. Weasley pareceu ligeiramente desapontada; vassouras eram caras.

- Não precisa ser uma realmente boa! - Rony se apressou a acrescentar. - Só... só nova para variar...

A Sra. Weasley hesitou, em seguida sorriu.

- Claro que pode... bem, então é melhor eu ir andando se tenho de comprar uma vassoura também. Vejo vocês mais tarde... meu Roniquinho, monitor! E não se esqueça de fazer suas malas... monitor... ah, estou vibrando!

Ela deu mais um beijo na bochecha de Rony, fungou alto e saiu apressada do quarto.

Fred e Jorge se entreolharam.

- Você não se incomoda se a gente não beijar você, não é, Rony? - perguntou Fred, num tom de fingida ansiedade.

- Podemos fazer uma reverência, se você quiser - sugeriu Jorge.

- Ah, calem a boca - disse Rony, amarrando a cara para os irmãos.

- Se não? - disse Fred, com um sorriso maligno se espalhando pelo rosto. - Vai nos tascar uma detenção?

- Eu adoraria que ele tentasse - debochou Jorge.

- E ele pode, se vocês não se cuidarem! - disse Hermione aborrecida.

Os gêmeos caíram na gargalhada, e Rony murmurou:

- Deixa pra lá, Mione.

- Vamos ter de tomar cuidado com o que fizermos, Jorge - disse Fred, fingindo tremer - com esses dois atrás da gente...

- É, parece que os nossos dias de desrespeito à lei finalmente terminaram - disse Jorge, sacudindo a cabeça.

E, com mais um barulhento craque, os gêmeos desaparataram.

- Esse dois - exclamou Hermione furiosa, olhando para o teto, pelo qual eles agora ouviam Fred e Jorge rir às gargalhadas no quarto de cima. - Não ligue para eles, Rony, só estão com ciúmes!

- Não acho que estejam - disse Rony em dúvida, olhando para o teto. - Eles sempre disseram que só babacas viram monitores... ainda assim - acrescentou mais alegre -, eles nunca tiveram vassouras novas! Eu gostaria de ir com mamãe escolher... ela nunca terá dinheiro para uma Nimbus, mas saiu uma Cleansweep que seria ótima... é, acho que vou dizer a ela que gostaria de ganhar uma Cleansweep, só para ela saber...

E saiu correndo do quarto, deixando Harry eu e Hermione sozinhos.

Por alguma razão, Harry Virou-se para sua cama, apanhou a pilha de vestes limpas que a Sra. Weasley tinha deixado ali e levou-as para o outro lado do quarto onde estava o seu malão.

- Harry? - chamou Hermione hesitante.

- Parabéns, Mione - disse ele, tão efusivamente que nem parecia sua voz, e ainda sem olhar - genial. Monitora. Legal.

- Obrigada - disse a garota. - Hum... Harry... posso pedir a Edwiges emprestada para mandar dizer à mamãe a ao papai? Eles vão ficar realmente satisfeitos... quero dizer, monitor é uma coisa que eles conseguem entender.

- Pode, sem problema - respondeu, ainda com aquela horrível cordialidade na voz que não era sua. - Pode levar!

Harry se inclinou para o malão, depositou as vestes no fundo e fingiu estar procurando alguma coisa, enquanto Hermione ia até o armário e pedia a Edwiges para descer. Alguns minutos se passaram; ouvi a porta fechar.

Suspirei e me sentei ao lado de Harry.

-Ei o que tá te fazendo ficar assim?

- Nada não... - Respondeu ainda desanimado arrumando as malas.

Peguei sua mão o fazendo parar e olhar para mim, o puxei até a cama.

-Desabafa, vai ser melhor.

- É que... Hermione e Rony viraram monitores e eu não... não me leve a mal estou feliz por eles, mas eu penso que eu também queria ter essa chance sabe, porém pensar nisso me faz me sentir arrogante, como o Malfoy, eu com certeza não quero ser igual a ele.

-Harry você não é arrogante por sentir isso, tudo bem as vezes ficarmos com ciúmes de algumas pessoas, desde que isso não nos prejudique nem a ninguém. - Abaixou o olhar ainda desanimado.- Sabe eu também já senti ciúmes dos gêmeos, durante nossas pegadinhas eles que eram reconhecidos por isso e eu ficava me sentindo esquecida, porém percebi que o importante não era isso, somente a diversão que nós tínhamos em fazer as brincadeiras que importava...Por mais que Hermione e Rony possam ser monitores, isso não significa que eles são mais do que você ou melhores, pelo contrário, agora eles serão privados de fazerem muitas coisas, pois vão ter que dar o exemplo de comportamento. Já você está mais "livre" a errar do que eles. - Finalmente seu olhar veio a mim. - Mas de qualquer jeito nunca se sinta culpado por querer algo que não tem. Isso é normal, é humano.

Harry então apenas me abraçou forte. Retribui o abraço enquanto fazia um carinho em sua cabeça arrumando seus cabelos. Depois de um tempinho ele se afastou.

-Obrigado Luana você é a melhor. - Disse fofo.

Apenas sorri para ele como agradecimento.

- Bom vamos logo arrumar essas malas para depois irmos comer, que estou faminta. - Disse me levantando junto a ele.

- E quando você não está? - Perguntou bobo risonho.

-Ei!

Rimos enquanto arrumávamos as coisas. A Sra. Weasley voltou do Beco Diagonal por volta de seis horas, carregada de livros e mais um embrulho comprido, de papel pardo grosso, que Rony tirou das mãos dela com um gemido de desejo.

- Não precisa desembrulhar agora, as pessoas estão chegando para o jantar, quero todos lá embaixo - disse a mãe; mas, no instante em que ela desapareceu de vista, o garoto rasgou o papel num frenesi e examinou cada centímetro da vassoura nova, com uma expressão de êxtase no rosto.

Embaixo, no porão, a Sra. Weasley pendurou uma flâmula vermelha sobre a mesa de jantar coberta de iguarias, em que se lia:

PARABÉNS RONY E HERMIONE OS NOVOS MONITORES

Ela parecia muito mais animada do que Harry a vira durante todo o período das férias.

- Pensei em fazer uma festinha e não um jantar à mesa - disse a mim, Harry, Rony, Hermione, Fred, Jorge e Gina quando eles entraram no aposento. - Seu pai e Gui estão a caminho, Rony. Despachei corujas para os dois, e eles ficaram entusiasmados - acrescentou sorridente.

Fred girou os olhos para o teto.

Sirius, Lupin, Tonks e Quim Shacklebolt já estavam ali, e Olho-Tonto Moody chegou, batendo a perna de pau, logo depois de Harry se servir de uma cerveja amanteigada.

- Ah, Alastor, que bom que você está aqui - cumprimentou a Sra. Weasley animada, quando Olho-Tonto sacudiu do corpo a capa de viagem. - Há séculos que andamos querendo pedir a você: será que podia dar uma olhada na escrivaninha da sala de visitas e nos dizer o que é que tem lá dentro? Não quisemos abri-la, porque pode ser alguma coisa realmente ruim.

- Pode deixar comigo, Molly...

O olho azul elétrico de Moody girou para o alto e fixou-se no teto da cozinha, transpassando-o.

- Sala de visitas... - rosnou à medida que sua pupila se contraía. - Escrivaninha no canto? É, estou vendo... é, é um bicho-papão... quer que eu suba e me livre dele, Molly?

- Não, não, eu mesma farei isso mais tarde - sorriu a Sra. Weasley -, tome a sua bebida. -Na verdade estamos fazendo uma pequena comemoração... - disse, indicando a flâmula vermelha. - O quarto monitor na família! - disse com carinho, arrepiando os cabelos de Rony.

- Monitor, eh? - resmungou Moody, seu olho normal fixando-se em Rony e o mágico girando para olhar um lado da própria cabeça. Harry teve a sensação muito desagradável de que ele o observava, e afastou-se em direção a Sirius e Lupin. - Bem, então meus parabéns - disse Moody, ainda olhando para Rony com o olho normal -, figuras de autoridade sempre atraem problemas, mas suponho que Dumbledore o considere capaz de resistir à maioria das principais azarações, ou não o teria nomeado...

Rony pareceu bastante espantado com esta opinião, mas não foi preciso responder graças à chegada do pai e do irmão mais velho. A Sra. Weasley estava de tão bom humor que nem sequer reclamou de terem trazido Mundungo com eles; o bruxo usava um casaco longo que parecia estranhamente volumoso em lugares improváveis, e não aceitou o oferecimento de tirá-lo e guardá-lo junto à capa de viagem de Moody.

- Bom, acho que a ocasião pede um brinde - disse o Sr. Weasley, depois que todos se serviram de bebidas. Ele ergueu o cálice. - A Rony e Hermione, os novos monitores da Grifinória!

Os dois garotos sorriram enquanto todos brindavam e em seguida os aplaudiam.

- Eu nunca fui monitora - disse Tonks animada, quando os convidados se aproximaram da mesa para se servir. Seus cabelos hoje estavam vermelho-tomate e batiam na cintura; ela parecia a irmã mais velha de Gina. - A diretora da minha casa disse que me faltavam certas qualidades necessárias.

- Quais, por exemplo? - perguntei, enquanto estava escolhendo uma batata assada.

- A capacidade de me comportar - disse Tonks.

Gina e eu rimos; Hermione parecia não saber se ria ou não, e escolheu um meio-termo, servindo-se de um gole exagerado de cerveja amanteigada e se engasgando.

- E você, Sirius? - perguntou Gina, batendo nas costas de Hermione.

Sirius, que estava bem ao lado de Harry, soltou a risada de sempre, que lembrava um latido.

- Ninguém teria me nomeado monitor, eu passava tempo demais detido com Tiago. Lupin era o garoto bem-comportado, ele ganhou o distintivo.

- Acho que Dumbledore talvez tivesse esperanças de que eu fosse capaz de exercer algum controle sobre os meus melhores amigos - disse Lupin. - Não preciso dizer que falhei miseravelmente.

Rimos animados.

- E você Luana, já ganhou algum distintivo de monitor? - Perguntou Tonks enquanto tomava um gole de sua bebida.

- Com certeza não, eu e os gêmeos aprontamos desde que pisamos em Hogwarts. - Falei risonha mordendo o lábio de animação.

A conversa continuou animada até ver que o Black me encarava intensamente.

Discreta sai da mesa indo em direção ao quarto de Sirius. Era todo decorado de vermelho e dourado, havia várias fotos de quadribol e seus amigos, além de diversos pôster de mulheres trouxas de biquíni. Fiquei ali encarando as imagens tentando me comparar aquelas mulheres. Meus seios não eram tão grandes quanto os delas, além de que elas fazem uma cara sexy no qual eu não conseguiria reproduzir nem se tentasse.

- Terminou de avaliar meu quarto? - Perguntou risonho na porta enquanto me encarava.

Me viro para ele.

- Terminei, é lindo. Mas ficaria ainda melhor sem tantas modelos seminuas. - Digo brincalhona.

Ele dá uma gargalhada se aproximando.

- Eu era jovem, gostava desses pôsteres, agora quando olho só sinto vontade de rir da minha cara de pau quando adolescente.

- Aposto que você encantava todas as meninas de Hogwarts. - Digo enquanto o abraço pelo pescoço e ele segura minha cintura.

- Claro, mas sempre era algo rápido, como alguns beijos e pronto. - Falou dando de ombros. - Agora com você eu quero mais do que só alguns beijos...

Entrando no seu jogo eu aproximo nossos lábios lhe dando um selinho rápido enquanto digo provocadora.

- E o que você quer exatamente?

- Ouvir você gritando meu nome enquanto te dou prazer... - Falou rouco em meu ouvido logo depois me beijando apaixonadamente.

Senti o ar sair dos meus pulmões. Ele consegue me excitar só com palavras. Eu quero Sirius Black, o desejo muito...

Vou aumentando a intensidade do beijo a cada segundo até sentir ele me encostar na porta do quarto a fechando. Deu um leve impulso me colocando em seu colo enquanto minhas pernas o cercavam e suas mãos seguravam me.

Durante o beijo o mesmo dava algumas chupadas em meus lábios voltando ao ritmo quente. A sensação estava maravilhosa me fazendo fechar os olhos e aproveitar seus toques.

Sinto suas carícias sendo levadas até meu pescoço onde uma pequena mordida colocada ali. Nesse momento instantaneamente solto um suspiro de meus lábios.

Porem quando sinto uma de suas mãos indo até minha camiseta para desabotoar, sinto um desconforto.

- Sirius, para. - Digo durante seus selinhos.

Ele me pareceu surpreso, mas não se afastou de mim, somente me encarou esperando uma resposta.

- Eu nunca... nunca fiz isso com ninguém... mas sinto que estamos indo muito rápido e eu.... - Não consigo terminar minha frase olho para baixo envergonhada.

Ele imediatamente me coloca no chão se afastando de mim.

- Eu achei que quisesse... esquece foi bobagem minha. - Disse depois sério enquanto voltava a ajeitar sua roupa com uma expressão ilegível.

- Não é isso Sirius eu quero sim, mas ainda é muito rápido para mim... eu só... não estou pronta ainda para isso. - Falei tentando me justificar enquanto me aproximava dele colocando as mãos sobre seu peito.

- Eu entendo, só que.... poha Lu eu sou um homem, fico excitado fácil principalmente com uma mulher como você. - Disse me fazendo corar.

- Como eu?

- Você é totalmente atraente, parece que me provoca as vezes de propósito quando morde os lábios, ou quando me olha daquele jeito que me faz ficar louco de desejo... - Disse me encarando atentamente.

- Você acha isso de mim... eu... - Solto um sorriso bobo sentindo minhas bochechas arderem.

- Sim Luana eu sou totalmente atraído por você. - Disse suspirando enquanto coçava a cabeça.

- Eu penso o mesmo sobre você, suas tatuagens e até as cicatrizes são muito atraentes. - Falo sincera encarando um pequeno sorriso surgir em seu rosto.

- Serei paciente, não faremos nada até você se sentir pronta para isso. - Disse colocando meu cabelo para trás enquanto me encarava fofo.

- Obrigada Sirius. - Respondi logo depois lhe dando um selinho. - Acho melhor voltar lá para baixo, os outros podem desconfiarem desse sumiço repentino.

Sirius deu um último selinho em mim antes de descer, logo após um tempo desço também.

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Finalmente terminei mais um capítulo ksksks.
Não me matem por não ter um Hot, mas acho que ainda está muito cedo para esses dois terem qualquer relação assim. E se eu escrever um Hot farei num capítulo separado pois a leitores que não gostam.

LEMBRANDO QUE A LUANA TEM 17 ANOS, E NO MUNDO MAGICO 17 ANOS É MAIOR IDADE!!!

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