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ꕥ 1 - Oportunidade ꕥ

Às vezes a vida te põe diante de oportunidades que são impossíveis de ser identificadas como oportunidades naquele momento em que elas acontecem, daí você fica exatamente a mercê da sorte, ou dos instintos, ou do discernimento certo. A verdade é que nem sempre você vai ver uma oportunidade e vai agarrar ela com unhas e dentes, simplesmente porque nem sempre as oportunidades anunciam que são uma oportunidade.
Talvez eu estivesse nesse momento diante de uma situação assim, para mim era completamente impossível de saberia — nesse exato momento — se era ou não uma oportunidade em potencial.

— 50.000 mil wons? — perguntei cruzando os braços enquanto encarava o rapaz à minha frente.

— Hm, eu acho irrecusável. — Os cabelos dele balançavam junto de seu rosto e eu acabo achando isso engraçado, porque estavam maiores do que eu jamais havia visto.

— Você acha? Você é um aproveitador, sabia? — acuso irritada com sua proposta, que na verdade, era mesmo irrecusável, mas apenas porque precisava desesperadamente do dinheiro. Ele sorriu ladino não negando minha acusação, cara de pau.

— É pegar ou pegar — incita.

— Por que eu? Tenho certeza absoluta que você conseguiria qualquer outra garota para fazer isso pra você e quiçá de graça. — Era verdade, tenho certeza que sim.

— Só vou dizer meus motivos se você aceitar, se não aceitar não digo. — Ergui uma sobrancelha me sentindo intimamente desafiada por ele.

— Preciso pensar — anuncio me levantando, catando minha jaqueta jeans que estava em cima da mesa de ferro da tia do lanche.

— Tudo bem, mas eu preciso da sua resposta até amanhã a noite. Você sabe onde me encontrar ou então o número para o qual deve ligar. — Aceno positivamente saindo de perto dele.
Garoto estúpido, que ideia mais absurda.

Ok, para reorganizar meus pensamentos preciso lembrar exatamente do momento em que precisei de dinheiro para resolver meus problemas, essa porcaria de sociedade capitalista nos espremia até o último centavo atrás de enriquecerem as custas do nosso suado dinheiro. Por causa de um maldito buraco no asfalto acabei furando o pneu do carro, perdendo o controle da direção e batendo em uma caminhonete estacionada. Tinha que arcar com os prejuízos que não eram apenas no meu querido carrinho vermelho, mas também na caminhonete. Gastei tudo o que tinha e o que não tinha para o conserto e mesmo assim, ainda faltavam 50.000 wons para receber meu carro de volta, tentei desesperadamente pedir ajuda a todos os meus amigos do campus, esperei inutilmente que algum deles não estivesse tão duro quanto eu mesma, mas aluguel, alimentação, estudo, diversão e vida social aparentemente eram caros demais para qualquer jovem universitário residente de Seoul. Até que meu desespero por dinheiro chegou nos ouvidos dele.

Jeon Jungkook.

A gente não costumava falar muito, mesmo com o mesmo círculo de amizade e com algumas amigas minhas saindo com alguns amigos dele, não tínhamos nada de interessante para falar um com o outro. Gato, mas não me interessava, portanto não conversávamos e raramente interagiamos. Então estranhei sobremente ouvir meu nome saindo de seus lábios há alguns minutos atrás quando ele me chamou despretensiosamente para comer e me fez uma proposta irrecusavelmente indecente.

"Preciso que finja ser a minha namorada por cinco encontros."

Palhaço!

Onde raios as pessoas fingem namorar, pelo amor de Deus? Ele acha que estamos em um romance estadunidense juvenil? Jamais imaginei ouvir tais palavras sendo proferidas por ele, realmente achei estranho e também nada convincente diga-se de passagem. Jeon Jungkook fazia parte daquele grupo de garotos universitários onde todos são incrivelmente bonitos, acessíveis e simpáticos. Todo mundo nessa universidade conhecia eles, estavam engajados em vários projetos, davam festas badaladas e eram ridiculamente comportados. Não se mentiam em problemas e tiravam excelentes notas.
Jeon Jungkook em especial era conhecido como garoto de ouro, então não fazia o menor sentido, para mim, que ele me pedisse tal coisa, simplesmente porque metade das garotas solteiras desse campus, e algumas comprometidas também, fariam de graça o que ele ofereceu dinheiro para que eu fizesse.

— Que foi? — Taehyung (que era um dos melhores amigos de Jungkook e também muito próximo a mim) perguntou quando entrei na sala do clube de jornalismo para meu trabalho extra curricular.

— O Jungkook tá aprontando alguma coisa? — respondo sua pergunta com outra. Ele ri soprando.

— JK? — pergunta pensativo.

— É, ele mesmo — enfatizo.

— Sei lá. — Dá de ombros totalmente alheio.

— Kim Taehyung se aquele cabeçudo cheio de músculos e tatuagens idiotas estiver aprontando alguma coisa e você permitir que eu me envolva em problemas, vou chutar a sua canela que nunca mais você irá esquecer, entendeu? — ameaço. Ele ri mais abertamente se divertindo do meu tom.

— MiCha-ssi eu realmente não sei do que você está falando. — Taehyung me encara sério, mudando totalmente sua expressão, talvez ainda não tenha dado tempo de Jungkook contar para ele a proposta que me fez. Preferi acreditar que ele realmente ainda não sabia de nada e o deixei em paz para revelar as fotos que havia tirado para a próxima matéria do jornal universitário.

 ꕥꕥꕥ

O teto do meu quarto estava um pouco sujo, dava para notar pelas teias de aranha e me perguntei quando foi a última vez que alguma das três garotas que dividiam este quarto tivera coragem de limpar esse teto. Não seria eu a pessoa que quebraria esse paradigma complexo de convivência, minha cabeça estava cheia de questionamentos conflitantes. Por que raios Jeon Jungkook escolheu a mim para fazer essa proposta? Eu estava tão desesperada assim por dinheiro ao ponto de vender meu tempo para ele? Isso era alguma espécie prostituição? Será que Jungkook era gay e queria abafar algum boato? Mas eu não tinha ouvido nada sobre...
Sentei em minha cama balançando a cabeça, eu realmente estava pensando bobagens.

Oportunidade...

Eu estava diante de uma oportunidade ou uma cilada? Tinha como isso dar certo de alguma forma? Mas estava precisando tanto do dinheiro...

— Consigo ver a fumaça saindo da sua cabeça daqui. — Minha roomate falou.

— Mi-ah, eu realmente estou em um dilema, preciso de ajuda — Mi-ah namorava Park Jimin, o terceiro idiota que morava com Jeon Jungkook e Kim Taehyung, certamente ela conseguiria me ajudar, já que convivia com Jungkook muito mais do que eu. Minha amiga de cabelos tingidos de loiro mel, que combinavam com seu namorado, se endireitou na cama para me ouvir melhor.

— Diga —incentivou.

— Jeon Jungkook me ofereceu 50.000 wons para fingir ser a sua namorada por cinco encontros, o que eu faço, aceito ou não? Serão 50.000 wons por encontro — pergunto ainda sem saber qual seria a minha resposta.

— Que? Como assim fingir ser namorada dele? Que maluquice é essa? — pergunta surpresa.

— Pois é, ele veio falar comigo hoje e me propôs isso, é tão estranho...

— Por que ele vai pagar alguém pra fazer isso, sendo que metade dessa faculdade...

— Faria isso de graça! — a interrompi.

— Exatamente o que eu pensei.

— Você precisa da grana e, convenhamos, não vai ser nenhum grande sacrifício fingir namorar um dos caras mais bonitos que essa faculdade já viu né? O que de pior pode acontecer? — analisa.

— A única coisa que vai acontecer é que eu nunca vou ter uma chance com o amigo dele — reflito tristonha.

— O Electrolux? — pergunta e ri do apelido que dei para meu crush, para não ficar falando o nome dele por aí e alguém ouvir, também rio.

— Sim — respondo.

— Dinheiro ou cara gato? Carro ou uma única chance de tentar ficar com o Electrolux... Sinceramente, eu optaria pelo dinheiro. — Escolhe rapidamente depois de ponderar.

— Você fala isso porque já namora quem você quer — rebato.

—Talvez, mas se eu fosse você, escolheria o dinheiro, porque né? Você nem sabe se o Namjoon-ah quer algo com você, afinal, ele ainda nem sabe que você tem uma queda por ele e se nem for nada demais? E se você só estiver interessada nele? Se nem sequer for paixão? Se passar logo? E se ele não quiser ficar com você? Você vai ter perdido uma grande oportunidade de reaver seu carro — analisa friamente.

— Oportunidade... — Lá estava eu tentando ver com qual opção levaria essa escolha adiante.

— Você vai ter que beijar ele? — Mi-ssi pergunta curiosa. Pestanejo pensativa, Jungkook não tinha mencionado nada desse tipo.

— Não sei — respondo sincera.

— Bom, se tiver, é um bônus né? Já que Jeon Jungkook é gostoso e não é pouco. — Depois de falar ela solta uma risadinha cúmplice.

— Alô Park Jimin, então... — Levo meu celular até a orelha fingindo ligar para o namorado dela.

— Para, Jimin é melhor que todos eles, mas eu não sou cega né? Sem camisa Jungkook... uau — Nós duas rimos.

—Vou te denunciar para o seu namorado — ameaço.

— Calada! — Ela brinca jogando o travesseiro em mim, me deixando menos tensa, mas no final ainda não consegui decidir o que faria.

ꕥꕥꕥ

Seguro meu celular entre os dedos, enquanto encaro alguns alunos indo e vindo pelo campus após o almoço. Tinha acabado de voltar da oficina, meu carro estava pronto, só esperando pelo pagamento para liberá-lo.

Suspirei.

Eu não tinha a grana, mas poderia ter e apesar de ter gastado a noite toda pensando em alguma outra solução, apenas um nome vinha em minha mente.

Jeon Jungkook.

O idiota de cabelos grandes permanente ondulado, com o braço cheio de tatuagens aleatórias e sorriso largo e avantajado. Se eu embarcasse nessa não faria a menor idéia do que iria acontecer, quais os motivos por trás de tal pedido, mas seriam apenas cinco encontros, não era muito.
Digitei rapidamente uma mensagem para ele antes que me arrependesse, pedindo para que viesse me encontrar nos bancos debaixo das árvores em frente à biblioteca. Não demorou absolutamente nada para que o Jeon me respondesse, mesmo que a sua fama fosse de vácuo eterno em todo mundo que mandava mensagem para ele, acredito que a minha mensagem ele estava esperando.

Esperei dez minutos até avistar sua silhueta magra, vestido em uma camiseta de algodão preta e uma calça cenoura de mesma cor. Caminhando ereto quase como se desfilasse, o sol brilhava forte, não fazia o menor sentido usar aquelas roupas, mas ele era meio estranho, bonito e estranho, então não iria questionar.

Jeon Jungkook sentou-se ao meu lado e passou a mão nos cabelos os empurrando para trás antes de me encarar, me afastei um pouco dele para olha-lo melhor.

— Eu vou aceitar, a sua, hm... Proposta — falo rapidamente, ele apenas me analisa.

— Ótimo — fala por fim.

— Mas antes, preciso que me diga porque eu — peço.

— Por que isso é importante? — me questiona.

— Porque quero ter certeza de que você não está brincando comigo, eu não quero me meter em problemas e se você me meter em problemas eu juro que arranco as suas bolas — ameaço, mas depois percebo que exagerei. Jungkook ri de mim se divertindo.

— Eu escolhi você porque te conheço, não muito, mas conheço e preciso de alguém que confie um pouco pelo menos e que com certeza absoluta não vai se apaixonar por mim. Eu não quero ter problemas com isso, depois que os cinco encontros passarem — explica e respiro aliviada. É uma justificativa razoável, não dá para prever quando vamos nos apaixonar, mas certamente essa não era a minha ideia. Jungkook nunca havia despertado tais sentimentos em mim antes, então provavelmente não aconteceria.

— É, dificilmente isso irá acontecer — reflito.

— Por isso escolhi você — fala e eu o encaro.

— Tá bem, me convenceu. Eu topo fingir ser a sua namorada por cinco encontros. — Estendo a minha mão em sua direção para fecharmos o acordo.

— Os 50.000 wons iniciais estarão na sua conta mais tarde. — Ele aperta firmemente a minha mão. Ficamos nos encarando por um breve momento.

— Me diz uma coisa — chamo a sua atenção quando Jungkook faz menção de se levantar após soltar a minha mão. — A gente vai precisar se beijar?

— Passeio completo. — Acenti confirmando.

— Quê? Eu não vou transar com você seu pervertido — falo um pouco mais alto, o que acaba chamando atenção de algumas pessoas que passam perto de nós.

— Não tô falando disso, né? Só selinho, mãos dadas, abraço... Essas coisas — fala baixo e entredentes, percebo que ele gagueja um pouco quando fica nervoso. Suspiro aliviada, não podia imaginar o que esse pervertido tinha em mente antes de esclarecer as coisas, eu literalmente sabia muito pouco sobre Jungkook.

— Quando vai ser o primeiro encontro? — Tento desviar o assunto.

— Próximo fim de semana — responde. Concordo. — Depois eu te digo como vai ser, aguarde meu telefonema.

— Tá bem.

— A gente se vê. — Se levanta e sai sem dizer mais nada. Fico encarando a sua silhueta de costas se afastando de mim. Gostoso, ombros largos, estatura boa, cintura fina, mas podia ter mais bunda, analiso pensativa até perceber a bobagem que estava fazendo. Cato meus livros e corro para minha aula, já tinha perdido tempo demais com Jeon Jungkook.

O crepúsculo estava muito bonito, tingindo o céu de diversas cores tons pastéis, segurei minha câmera e apontei para o céu a fim de tirar algumas fotos e capturar o sentimento de mais um dia perfeito que por um breve momento me trazia paz e calmaria.

— O que tem na sacola, que você carregou o dia inteiro pra lá e pra cá? — Jimin hyung me pergunta curioso apontando para a sacola da loja de departamento que fui hoje mais cedo e que passei o dia carregando.

— Um vestido para a minha namorada — respondo entediado.

— Você vai mesmo fazer essa maluquice? Não era mais fácil arranjar uma namorada de verdade? — O encaro desligando a minha câmera, tínhamos concluído mais um dia de gravações para o Instagram dele e eu não estava com humor para falar sobre esses assuntos agora.

— Hyung, eu não quero problemas, já falei isso pra você milhares de vezes. Não tô aberto pra me relacionar agora — explico guardando minha câmera.

— Já fazem três anos...

— Eu sei, mas tô satisfeito com a... Como é o nome dela mesmo? — pergunto totalmente esquecido.

— MiCha-ssi. — Meu hyung responde rindo. — Daria tudo pra ver vocês dois juntos, isso vai ser uma bagunça — ironiza. — Qual a do vestido?

— Não é porque você me indicou ela como potencial namorada que eu vou deixá-la à vontade para fazer o que quiser, não sei qual o estilo dela, então comprei um vestido que sei que vai ficar bonito nela e bem apresentável para a minha família. — O encaro depois de explicar o óbvio. Ele dá de ombros.

— Tá indo pra casa?

— Não, vou passar no dormitório dela para entregar o vestido e contar o que estou planejando, a gente se vê mais tarde. — Me despeço do meu hyung e começo a caminhar rumo ao dormitório feminino do lado sul do campus.
Era certo, essa não era a melhor ideia que me havia ocorrido nos últimos tempos, mas eu estava meio desesperado já, então recorri a última coisa na minha lista de soluções  — que já haviam falhado anteriormente. Na real, não queria envolver ninguém em todo esse drama inserido em minha vida que se arrastava e não parecia ter fim, mas não havia muito mais o que fazer, essa era literalmente a minha única solução restante, todo o resto eu já havia tentado.

Passei muito tempo pensando em quem seria perfeita para o papel de minha namorada, mas realmente não cheguei a conclusão nenhuma até que ela surgiu em uma conversa minha com Park Jimin, a melhor amiga da namorada dele. Inteligente, bonita, sociável, divertida, pelo menos assim ele me vendeu a imagem dela. Bonita realmente era, o restante eu estava indo pagar pra ver.

A resistência inicial dela a minha proposta me mostrava muito sobre sua personalidade, outras teriam topado na hora por vários motivos conhecidos já, mas ela hesitou e isso era bom, gostei disso e fiquei realmente feliz com sua mensagem. Enxerguei nela uma oportunidade de conseguir superar meu drama pessoal, ela parecia confiável o suficiente para que lhe contasse os meus motivos, na hora certa.

Peguei meu celular para ligar para minha namorada de mentirinha e anunciar a minha chegada. O sol já se punha totalmente e as estrelas apontavam no céu quando cheguei na área dos dormitórios da universidade. O telefone tocou algumas vezes antes que ela pudesse atender.

— Oi. — Ouvi a sua voz do outro lado da linha.

— Tô na frente do dormitório, preciso falar com você — anuncio. — Chego em cinco minutos.

— Ahn, tá, me espera no parque perto do dormitório — diz. Desligo o telefone me dirigindo para o parque. Levei exatos cinco minutos para chegar lá, sento no banco embaixo do poste de luz para esperá-la, mas não demora muito para que ela chegue.

Vestida em um short jeans curto e uma regata que mostrava bastante do seu colo, Micha me encarava curiosa enquanto mordia o lábio. Seu rosto era bonito e me agradou a forma como combinou com o rabo de cavalo que usava, mas evitei olhá-la diretamente para que meus olhos não me traissem e descessem para o decote que se formava na blusa, não queria parecer indelicado e desrespeitoso, apesar de particularmente achar seu colo bonito.

— Oi. — Soa delicada e feminina ao se dirigir à mim.

— E aí? — respondo informal. — Trouxe isso para você, preciso que use no sábado a tarde. — Estendo a sacola em sua direção.

— O que é? — Recebe a sacola olhando o que tem dentro.

— Um vestido — respondo.

— Tem traje a rigor? — pergunta e ri, mas não entendi muito bem o humor em sua pergunta.

— Cuidado com ele, tá? Tive que vender peças caras do freefire para ter grana suficiente para comprar esse vestido — alerto, ela ri de mim como se eu fosse esquisito, o que me deixou levemente desconfortável.

— Uau que precioso — debocha. Fico de pé catando a minha bolsa.

— Você já pegou seu carro? — A olho de cima, pois é mais baixa que eu.

— Já — responde feliz.

— Ótimo, vamos precisar dele para o fim de semana. — Uma namorada com carro vinha bem a calhar, assim me economizaria passagens de trem.

— Quê? Que história é essa? — Ela parece instantaneamente contrariada. — Nada de envolver o meu carro nisso.

— Tecnicamente é graças a mim que você está com ele. — A lembro.

— Ei, é graças a mim que eu estou com meu carro, afinal vendi meu tempo para ser a sua namorada. — Cruzou os braços me encarando e a encarei de volta, não gostando muito de sua teimosia.

— Minha namorada tem carro e vou precisar da minha namorada e de seu carro no fim de semana, ok? — Tento me mostrar decido.

— Você é muito mandão — reclama e eu sorrio satisfeito, percebendo que ela havia cedido. — Posso ao menos saber para onde vamos?

— Claro — respondo. — Vamos para Busan.

☆ Se vcs não notaram vou dar uma explicação rápida, toda vez que o carro aparecer Micha está narrando e toda vez que o brachiossauro aparecer é o Jk, e aí gostaram do primeiro capítulo???

Minha nossa nossa nossa fiquei tão empolgada pra postar em agradecimento aos 3k de seguidores, vcs sabem que é muito mais doq um dia idealizei. Os capítulos dessa fic serão maiorzinhos mesmo e ela não será muito longa é só pra gente se divertir com todo tipo de clichê sensacional envolvendo Jeon Jungkook, eu to MUITO gatilhada com a performance dele de My Time que veio bem a calhar com o momento dessa fic, portanto não vou pegar leve... cof cof.

Gostaria de pedir que se possível compartilhem em seus perfil essa fic pra alcançar mais pessoas hum? Ajudem a unnie aqui divulgando, quanto mais gente lê, mais empolgada eu fico, as reações de vcs à fic são o meu combustível!!! Deixem o votinho de vocês e comentem MUITO!!

Amo vocês.

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