4. Primeiro Encontro
- Will, pra onde vamos? - Pergunta Sophia segurando em minha mão em quanto corremos pelo prédio até o cômodo onde durmo.
- Proteger você é a autoridade número um Sophia - Abro a porta do meu quarto. - Vamos, entre. - Fecho a porta atrás de mim, vou para o meio do quarto e retiro o tapete velho e sujo do chão.
- O que você está tentando fazer maninho? - Sophia pergunta olhando de segundos em segundos para a porta que passamos agora pouco.
- Tem um canto secreto aqui de baixo e quero que você fique nele até eu voltar. - e levando aquela porta velha feita por mim mesmo nos primeiros dias que tinha chegado no prédio. - Agora entre aqui Sophia. - Sophia entra no pequeno espaço apertado, o buraco tem um espaço de 50 cm em cada lado com uma altura de 40 cm, só caberia ela mesma nesse local. - Agora fique aqui e me espere, não faça barulho, não se mecha e se escutar alguma coisa não faça nada, até ouvir minha voz, está certo?
Sophia confirma com a cabeça.
- Boa menina, agora vou ajudar meus amigos. - Fecho a porta do buraco onde Sophia estava e coloco o tapete por cima. Vou até meu guarda-roupa acabado e pego um rifle que tinha achado em minhas buscas a uns dias. - Estou indo Sophia, faça apenas o que eu te disse. - Saiu do quarto com a arma nas mãos, corro pelos corredores até chegar no local que estava antes, não tinha mais ninguém aqui além de uns corpos mortos no chão. - Acho que eles foram embora. - Falo pra mim mesmo enquanto eu observava os corpos.
- Ahhhhhhh - Escuto um grito vindo do escuro no fim do prédio.
Corro em direção ao grito quando uma luz ilumina o lugar, vou para o lado da parede para aquela coisa não me vê.
Não... Não... Por favor não...
Ouço aquela voz apavorada, saiu do canto da parede para ver o que é, era a novata, no chão implorando para aquela coisa ter misericórdia dela. Mais de uma coisa eu tinha certeza, os sentinelas não tem misericórdia de ninguém. Por isso posiciono meu rifle, armo ele, e o sentinela vira pra mim escultando o barulho do armamento.
Pownnn...
E disparado contra ele, so foi preciso de um único disparo para derrubar aquela coisa. - O que você ainda está fazendo ai, vem logo pra cá. - Falo pra novata vir o mais rápido possível.
Ela vem correndo em minha direção e me agradece por ter salvado a vida dela. - Obrigada, obrigada por ter salvado minha vida, se não fosse você eu já estaria morta agora. - Ela agradece de uma maneira desesperada.
- Deixa pra agradecer depois, agora temos que encontrar os outros. - Pego ela pela mão e a puxo para que me siga. - Você sabe onde então os outros? - Pergunto a ela.
- Eu não sei, só sei que muitos sentinelas entraram no prédio e começaram a atirar em todos, foi quando todos começaram a correr desesperados por todos os lados.
Agente para em um cruzamento de corredores quando eu avisto outro sentinela a nossa esquerda. - Tem outro alí. - Sussurro pra novata.
- O que fazemos
O que fazer? Vou fazer o mesmo que fiz com o outro, vou destruir ele,
- E depois?
- E depois?! Vamos atrás de um por um até acabar com todos eles.
Passado: 23 de setembro de 2017
- Acho que os bombardeios cessarão Sophia, não escuto nenhum barulho a uma hora, vou até lá em cima pra ver como está.
- Coff... Coff... Só tenha cuidado maninho. Coff... Coff... - Depois que soltaram as fumaça tóxica no ar Sophia não parava de torci, e me preocupava com a situação, saiu de baixo da ponte e vou até lá em cima ver como estava.
- Essa não - Caiu de joelhos no chão vendo a destruição da cidade. - Estamos perdidos.
- Não lamente por isso jovem, agradeça por ainda está vivo...
- Eu me levanto do chão e olho pra trás. - Quem é você?
- Desculpa por ter chegado assim, meu nome é Maicon? - Ele estende sua mão. - E o seu qual é?
- Will???... Coff... Coff. Will? Quem está aí em cima com você. Coff... Coff..
- Fique aí Sophia, não é ninguém.
Maicon abaixa a mão. - Ela é sua irmã, parece está doente, se você quiser eu tenho remédios na minha mochila. - E ele tira uns comprimidos da mochila. - Dê a ela, A fumaça Tóxica que os sentinelas lançaram deixou ela assim, dê a ela antes que o pior aconteça.
- Obrigado, Maicon... O que posso fazer por você?
- Nada. Mais estou indo para o leste, se você quiser vir, uma companhia é sempre bem vinda.
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