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17

    Não conseguia acreditar que Kleber estava morto, bom... Pelo menos teve uma morte rápida, mas a sua cabeça foi aberta por um projétil, ele veio como soldado e morreu como tal.

   Estava na mesma sala de antes, amarrado dessa vez em uma cadeira de alumínio, com o capitão olhando para as câmeras em completo silêncio, só analisando as imagens e voltando várias vezes para ver como age a criatura.

– Ficar voltando muitas vezes não significa que vai entender o que aconteceu– Eu disse.

– Shiii– Disse ele com o dedo indicador na boca.

– Que tédio aqui, coloca uma música ae só para dar uma animada.

– Shiii– Disse ele novamente com o dedo indicador na boca.

– "Shiii" muito engraçado isso em, é para me fazer calar a boca ? Não vai conseguir.

– Já vi isso mesmo, talvez isso ajude– Ele tirou a meia da seu pé enrolou ela e enfiou na minha boca.

– Mmmmmm hummm monmammaammmum– Eu disse.

– Cala a boca.

– Om ? Hmmmmmm, nnoo mmmammo.

– Mais que droga – Ele veio e sentou no meu colo– Lembra o que eu te disse antes de te soltar ?

– um un– Eu disse balançando a cabeça fazendo um sinal de negativo.

– Então... Dá uma recordada ai, porque para começar a minha sessão só estou esperando á sua amada chegar.

  Uma batida na porta logo em seguida acontece, ele foi abrir ela, era os soldados com Aline, desde o momento em que estou implicando ele eu to tentando desamarrar as apertadas cordas em meus pulsos, cerrando elas com minhas unhas, e mexendo com um dedo em cada mão. Quando vi a Aline entrando na sala comecei a entrar em desespero.

– Seja muito bem vinda a seu lar Aline, aproveite bem seus últimos momentos viva do lado do seu amante– Disse o capitão recebendo ela de braços abertos.

– O que tá acontecendo ?– Disse ela.

–Hmnnmmm. Hmnmnmnmn, hmnmnnm, mnnkomnnn.– Eu disse me debatendo na cadeira.

– Lhe apresento, Douglas o Destemido. Esse felizardo matou 5 dos meus homens, 3 dentro da nave e 2 fora, e eis aqui a sua sentença. A MORTE.

– Solte ele, deixe-o ir, por favor.

– Claro, afinal o homem foi feito para ser livre certo ? Só tem um porém, esse cretino sobreviveu á duas tentativas de homicídio. Porém dessa vez ele não sobrevive.

– Tenho certeza de que não quis fazer nada disso, não é amor ?– Disse ela tirando a meia de minha boca.

– Claro... Que eu quis, e a propósito você está com chulé, tá precisando dar uma boa lavada no seu pé.

– Viu, ele é um ser muito agradável, você também é Aline, muito agradável e bonita– Disse ele analisando o corpo dela.

– Olha capitão, deixa ela fora disso, se quiser me comer, me come, se quiser uma mamada, eu te chupo, só deixa ela fora disso.

– Claro que eu vou querer coisas de você, só que não tá nos meus planos te comer, mas sim, ela está.

– Capitão! Se eu fizer isso você deixa ele ir ?– Disse ela.

– Quem disse que você tem querer aqui ? Vai fazer e pronto, só que tem um porém, não vai ser só comigo– Disse ele abrindo a porta e entrando dois soldados.

– Ouu, isso não, fiquem longe dela, se encostarem nela eu vou...– Fui interrompido por um dos soldados que disse.

– Vai o quê ? Está amarrado, eu mesmo o amarrei, e depois de comer ela vou matar ela na sua frente.

– Belas palavras para um merda– Eu disse.

– Bom... Então vamos começar ? Aline, tenha a gentileza de se despir ou faremos isso á força– Disse o capitão.

– Eu tô falando sério !! FIQUEM LONGE DELA.

– Não vai cooperar Aline ? Que pena. ARRANQUEI TUDO DELA.

  Os soldados foram em direção á ela e a força começaram a tirar suas peças de roupa, algumas saíram rasgadas, quando já estava completamente nua o capitão foi até mim e disse.

– Tá vendo, ela tem um belo corpo não tem ?– Disse ele falando em meus ouvidos.

  Também disse algo em seu ouvido – Sim ela tem, você também tem um belo corpo, rosto e pele, ouça as minhas palavras com atenção, vou sair daqui e matar o soldado mais alto, depois o gordo, ai vou te espancar mijar e cagar em cima de você seu pedaço de merda.

– Palavras convincentes, mas que pena que eu não vou tocar nela, enquanto eles a comem eu vou fazer o que eu to aqui para fazer, vou te torturar e te matar.

– Por que quer tanto me matar ?

– Você matou os homens que me ajudaram com tudo isso aqui, o que você alvejou na nave tinha colocado as bombas na outra nave, os dois iranianos sabiam disso, por isso antes da explosão foram ambos para as câmaras de fuga, só que somente uma saiu com sucesso, a outra ficou presa dentro da nave quando ela explodiu, até hoje não sei como o desgraçado sobreviveu, e os outros que você atirou neles hoje mais cedo, colocaram os venenos nas comidas dos outros capitães– Disse ele sussurrando no meu ouvido.

– Não tô acreditando nisso, foi por isso que queria ver os corpos dele, foi por isso que me atirou seu cretino.

– Que pena né ? PODEM COMEÇAR !!– Disse ele pros soldados.

Ele foi até a mesa e trouxe uma faca e duas chaves de fenda.

– Sabe o que eu vou fazer com isso ? As chaves vou enfiar elas nos nervos das suas coxas, e com a faca vou te cortar todo.

– Você não sabe fazer tortura, eu usaria as chaves de fenda para atravessar as mãos e a faca para abrir meus braços, e cortar raspando o músculo com ela.

– Suas mãos estão amarradas seria tolice fazer isso– Disse ele rindo.

– Quem te disse que elas estão amarradas ? Vocês têm que começar a usar correntes ao invés de cordas.

   Assim que disse isso tirei as cordas que me prendiam, chutei a perna direita dele fazendo ele cair, peguei uma das chaves de fenda do chão, ele revidou com a faca tentando acertar meu rosto, desviei e acertei a chave no seu olho direito que o fez soltar a faca, depois dei um chute no seu peito o jogando na parede, os soldados que estavam com a Aline vieram até mim correndo, para a minha sorte eles não levaram armas, estavam nus e desarmados, peguei a faca do chão, o mais alto chegou primeiro já me socando, e quando foi deferir o segundo rasguei o seu braço com a faca, até pareceu que ele não sentiu o corte que lhe dei, então me chutou e me bateu contra a parede, o gordo veio com toda velocidade para me dar um soco, saio do caminho de sua mão e ele acerta a parede quebrando a sua mão, o alto estava com outra chave de fenda que ele pegou do chão, com ela ele tentou me acertar várias vezes na barriga, peito, cabeça e braços, sempre me esquivando e ficando na defensiva, griteu – ALINE, VISTA SUAS ROUPAS AGORA– Assim que digo isso o alto me acertou a chave no braço, e depois de novo no mesmo lugar, chuto ele o jogando no chão, o gordo tentou me acertar novamente com a outra mão, desvio e logo em seguida rasgo sua garganta com a faca, seu sangue me banhou, o alto logo se levantou do chão e veio correndo em minha direção, tentou novamente me acertar socos, até que me acertou uma cotovelada que me fez soltar a faca e cair no chão, ele então sentou em cima de mim e começou a me socar na cara, uma, duas, quatro, sete vezes, até que pega a chave de fenda e quando vai me acertar ela na cara Aline enfia a faca na sua cabeça, e fala – Vamos sair logo daqui –, tirei ele de cima de mim, e saímos correndo.

   Quando avistamos a saída o alarme da nave soa e uma voz é perturbadora.

– Atenção á todos da nave, aqui quem fala o seu capitão, Douglas e Aline são  assassinos, fugitivos, e perigosos, quem se encontrar com eles deverá mata-los imediatamente, sem perguntas, só agem.

   O filho da puta ainda pulsa, devia ter matado ele, mas agora isso não importa mais, a única coisa que tenho que fazer é sair dessa porcaria com a minha amada, quando saio da nave, lembro que a peça que tanto preciso para dar a criatura está lá dentro da cabine de comando.

   Então levo Aline até a á aldeia daquelas criaturas amigáveis, mostro ela á elas, elas ficaram me olhando eu viro para Aline olho bem nos fundos dos seus olhos e digo.

– Eu te prometo que nada vai te acontecer mais, mas preciso voltar á nave para pegar algo de alto valor deixado para trás– Disse isso segurando seu rosto e olhando em seus olhos.

– Não vai, fica aqui comigo, por favor– Ela disse com seus olhos cheios de lágrimas.

– Aline eu...– Eu a beijo – Eu te amo.
   Ela me olha fixamente em meus olhos e diz.

– Eu também te amo – Logo depois de dizer ela me beijou – Vai mas me promete que volta.

– Eu prometo que retornarei.

    Lhe dei mais um breve beijo e parti em direção á nave, pretendendo voltar vivo com a peça.

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