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16

   Chego á nave e vejo 2 soldados patrulhando, não restam muitos soldados mais, haviam 12 soldados da minha tripulação e 6 da primeira nave enviada. Não sei o que o capitão falou de mim para os soldados, só sei que estou desaparecido, e o meu retorno vai prejudicar a mim e ao capitão.

   Para a minha sorte, um dos soldados que estavam patrulhando era Kleber, chamei a sua atenção para a moita em que estava escondido quebrando galhos e assoviando, ele veio e logo o derrubei tampando sua boca e colocando a arma em sua cabeça.

– Não grita...– Eu disse com uma mão em sua boca – Posso retirar a minha mão ? Não vai gritar ou chamar atenção ?– Eu disse e Kleber balançou a cabeça fazendo sinal de positivo.

Retiro minha mão e ele sussurra:

– Cê tá louco de me abordar assim ? Aline está preocupada contigo, ela não para de falar de você, onde esteve esse tempo todo ?

– Sendo curado depois de levar 3 tiros na barriga, quanto tempo fiquei fora ?

– 3 dias e 2 noites, como assim tiros na barriga ?

– O capitão brasileiro fez isso e me deixou para morrer na floresta, onde está ele ?

– Ele é o único restante, e está em uma sala durante todo o tempo– Disse Kleber olhando para os lados.

– Como assim "o único restante"?

– O americano morreu envenenado e o europeu morreu enquanto dormia, não sabemos quem matou eles, e para manter seguro o brasileiro resolvemos deixar ele em uma sala e dar as ordens de lá.

– Ele já começou...  Você precisa me ajudar, ela precisa de nós e de uma peça para ir embora.

– Ele já começou ? E quem é essa da qual se refere que precisa de nós ?– Disse Kleber assustado.

– O capitão quer se tornar o rei da porra toda aqui, não tenho muito tempo para explicar, e "ela" é a criatura, tive um encontro mais calmo com ela e descobri que não é desse país igual nós, só que está presa aqui é por isso precisa de nós.

– Não vou ajudar um ser que matou muitos de nós. E como assim "REI" ?

– É uma longa história, te explico mais tarde, só que se não me ajudar ela vai matar mais e mais, até conseguir o que quer sem ser interrompida.

– Não cara, e se for uma armadilha ? E se ela matar a todos ?

– Se não fizermos isso por bem, ela fará por mal, pense na Aline cara, o que mais quero é o seu bem estar e...– Fui interrompido por Kleber.

– Tá, me poupe desse papo meloso, eu ajudo, e depois me explica esse negócio direito sobre o capitão, beleza ?

– Sem problemas– Disse eu balançando a cabeça fazendo sinal de positivo.

– Disse que levou 3 tiros na barriga do capitão, isso significa que ele não te quer por perto, vamos fazer o seguinte então. Como não tem portas dos fundos, eu vou distrair o soldado que está patrulhando junto comigo, você entra pela porta da frente, tomará muito cuidado para não ser visto pelas câmeras e por outros soldados, entrará e pegará o que essa criatura quer, coisa que até agora não me disse nada– Disse Kleber desenhando á tática na terra, mas eram só rabiscos sem sentido.

– Ok, essa coisa é uma peça da cabine de comando, entro lá o mais rápido possível e a retiro.

– O que ? Da cabine ? Está louco ? Vamos ficar presos aqui dependendo dessa peça que pegar; recomendo matar essa criatura– Ele disse fazendo um gesto de degolar no pescoço.

– Você não entendeu né ? Ela é de outro planeta, com tecnologia e inteligência superior a nossa, até o momento a única fraqueza dela é a luz forte e um forte barulho.

– Tô pouco me lixando se ela tem tecnologia, ou se é de outro planeta, vamos matar ela e te trazer de volta para a tripulação.

– Kleber, fica quieto... Mantenha a calma, vire-se devagar e faça o que for não á ameace– Eu disse olhando para a criatura que estava atrás dele.

   Kleber se virou e deu de cara com ela, ficou assustado não conseguindo mexer um músculo, ela olhou para mim, e eu a olhei com um olhar de aprovação.

– Então Kleber, qual vai ser a distração ?

– É mesmo, vamos acabar logo com isso.

   Ele foi até o soldado que estava de guarda, falou algo em seu ouvido e logo ambos saíram, aproveitei o momento e fui entrando, ao entrar as portas se fecharam e todas as luzes dentro da nave ligaram, os soldados apareceram e me prenderam, ouço nos auto-falantes:

– Pensou mesmo que ia conseguir invadir a nave ? HAHAHA tá muito enganado, não sei o que veio fazer aqui, mas vou me divertir com a sua presença– Disse o capitão nos auto-falantes.

   Os soldados me levaram para a sala onde ele estava, ele tem televisores por toda a sala que mostravam as imagens de todas as câmeras. Assim que entrei ele pediu para que os soldados me amarrassem em uma cadeira e que saíssem logo em seguida.

– Era para você estar podre agora, devia ter atirado na sua cabeça, me pouparia da sujeira que vou fazer agora– Ele disse colocando as mãos em minhas coxas e olhando no fundo dos meus olhos.

– Bem... Aqui estou, mais vivo do que você achou que eu estaria não é ? Como sabia que entraria aqui ?

– Tem drones procurando aquela fdp que matou meus homens, e um deles te encontrou perto da nave.

– Ahh, ainda tá querendo achar ela ?– Eu disse com sorriso de canto de boca.

– Esforços não serão poupados.

– Sabia que nunca esteve tão próximo disso quanto agora ?

– O que ?– Ele disse com um olhar assustado.

– É isso mesmo, ela provavelmente já está aqui dentro, e logo você irá saber onde está, porque haverão gritos, tiros e muito sangue por onde ela passar, e posso evitar isso se me soltar.

– MENTIRA, MENTIRA– Ele grita, depois chegou até no meu ouvido e começou á dizer– Sabe do que você não passa ? Você não passa de um verme mentiroso que está dizendo isso só para me assustar e te tirar daqui.

– Se você acha isso você está certo, não passo de um verme mentiroso querendo te assustar. Bom, eu avisei, faça o que quer comigo, mas depois não reclama.

– É claro que vou fazer o que quero contigo, depois farei o que quero com a sua namoradinha, e sabe o que vai ser mais engraçado ? Você estará morto, e ela, coitada dela, ela vai implorar para se juntar á você, mas não vai ser por saudades, mas sim porque vai sofrer, e muito– Disse ele sorrindo.

– Eu até iria implorar para que á deixe em paz, mas isso não vai acontecer, pois ela estará bem viva quando isso tudo acabar.

   Ele acendeu um cigarro, e começou a jogar a fumaça dele na minha cara, até que começou a ouvir tiros, procurou nas câmeras o motivo de tanto barulho, e viu já um soldado morto e 2 atirando no nada, ele então foi até mim, me deu um soco na cara e disse:

– Como sabia que ela viria ?

– Um mágico nunca conta seus segredos.

   Ele me socou na cara mais uma vez cortando meu rosto e apagou seu cigarro em meu corte, e disse:

– Você tem sorte, só que não por muito tempo, eu volto para terminar o que comecei.

   Ele saiu e trancou a porta. A cadeira em que estava amarrado era de madeira, então não pensei duas vezes e me joguei no chão de costas quebrando assim ela, tirei as cordas de meus pulsos, e fui logo tentar arrombar a porta, só que essa merda é destrancada por senha, então fiquei olhando nas câmeras e esperando o momento de seu retorno, já podia se contar pelas câmeras 4 soldados mortos, então ouço um som vindo da porta, podia ser ele, fiquei do lado da porta só esperando o momento em que seria aberta, assim que destrancada comecei a bater na cabeça de quem entrou com um pedaço da cadeira quebrada, dei 3 golpes até ver quem era.

– Kle... Kleber, me desculpe, achei que me apresentava perigo.

– Seu pedaço de escroto, acha que eu to de qual lado ?– Disse ele com a mão na cabeça.

– Vamos sair logo daqui, me dê uma arma– Eu disse com pressa.

– Arma, pra quê ? Para matar mais homens ? Fora os que já estão mortos.

– Não vou matar ninguém, a não ser que eu precise, esses homens são o mais perto de uma família para mim, então me dá a porcaria da arma.

– Ok!! Toma essa pistola 9mm. Essa peça está na cabine de comando, vamos lá o mais rápido possível, pegamos e saímos daqui antes de desconfiarem.

  Fomos ele na frente porque estava com fuzil, e eu atrás pois portava uma pistola. A cabine estava um pouco longe, os tiros eram ouvidos com muita frequência, tempos longos e depois uma curta pausa, tudo estava indo muito bem, passamos por um corredor onde tinha só a metade de cima de um soldado, não achamos suas pernas, havia muito sangue, até que chegamos á cabine. Peguei o mais rápido possível á peça, e quando saímos de lá tinha dois soldados mirando na gente e começaram a gritar:

– SOLTEM SUAS ARMAS– Disse ambos soldados americanos ao mesmo tempo.

– Calma, calma, calma. Vamos resolver isso amigavelmente, vocês fingem que não nos viram, e não fazemos nada Ok ?– Disse Kleber apontando a arma para eles.

– Em meio á um confronto você sai com o inimigo do capitão e ainda rouba uma peça, me dê um motivo para não matar vocês aqui agora – Disse o soldado americano.

– Não precisamos te dar um motivo– Disse isso e atirei na cabeça do da direita, e no pescoço do outro, ele caiu agonizando no chão.

– VOCÊ TÁ LOUCO... MATOU ELES, QUE PORRA DOUGLAS – Disse Kleber gritando e apontando a arma para mim.

– Fiz o necessário para sobreviver, eles iam atirar de qualquer jeito Kleber, só fiz isso primeiro.

– Que seja, só não mate mais ninguém, está matando a sua família, vamos sair daqui o mais rápido possível.

– Espera... Você mata ou eu termino o que comecei– Disse apontando a arma para a cabeça do soldado agonizando.

– Eu acabo com o sofrimento dele– Ele logo que acabou de dizer deu um tiro na cabeça do soldado.

   O nosso objetivo era ir para fora da nave, só que quando vimos a porta de saída não ouvimos mais tiros, começamos a correr para fora, Kleber estava á minha frente, quando chegamos até a porta ouço um disparo, o calor da bala quase queimou minha orelha e acertou Kleber na cabeça, espalhando sua cabeça por toda a porta e chão, olho para trás e vejo que quem disparou o projétil foi o meu querido capitão rodeado de uns 7 soldados, pensei em começar a atirar neles, eu tinha uma chance, mesmo que bem pequena. Mas não, soltei a arma, deito do lado corpo do meu amigo morto, e coloco as mãos na cabeça, 2 soldados me pegaram, amarraram e me arrastaram pela nave até a sala onde eu estava.

   Fiz muito para sair e voltei para a estaca zero com o meu amigo morto.

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